<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
		xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd"
	xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
>

<channel>
	<title>Papo de Arquiteto &#187; Teoria e História</title>
	<atom:link href="http://www.papodearquiteto.com/category/teoria-e-historia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.papodearquiteto.com</link>
	<description>Conteúdo e informação. Todo dia.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Feb 2012 12:41:04 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
	<copyright>Copyright &#xA9; Papo de Arquiteto 2010 </copyright>
	<managingEditor>contato@papodearquiteto.com (Papo de Arquiteto)</managingEditor>
	<webMaster>contato@papodearquiteto.com (Papo de Arquiteto)</webMaster>
	<image>
		<url>http://www.papodearquiteto.com/wp-content/plugins/podpress/images/powered_by_podpress.jpg</url>
		<title>Papo de Arquiteto</title>
		<link>http://www.papodearquiteto.com</link>
		<width>144</width>
		<height>144</height>
	</image>
	<itunes:subtitle></itunes:subtitle>
	<itunes:summary>Conteúdo e informação. Todo dia.</itunes:summary>
	<itunes:keywords></itunes:keywords>
	<itunes:category text="Society &#38; Culture" />
	<itunes:author>Papo de Arquiteto</itunes:author>
	<itunes:owner>
		<itunes:name>Papo de Arquiteto</itunes:name>
		<itunes:email>contato@papodearquiteto.com</itunes:email>
	</itunes:owner>
	<itunes:block>no</itunes:block>
	<itunes:explicit>no</itunes:explicit>
	<itunes:image href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/plugins/podpress/images/powered_by_podpress_large.jpg" />
		<item>
		<title>3º do_co,mo.mo_ &#8211; Norte Nordeste &#8211; João Pessoa/PB</title>
		<link>http://www.papodearquiteto.com/2010/05/23/3%c2%ba-do_como-mo_-norte-nordeste-joao-pessoapb/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=3%25c2%25ba-do_como-mo_-norte-nordeste-joao-pessoapb</link>
		<comments>http://www.papodearquiteto.com/2010/05/23/3%c2%ba-do_como-mo_-norte-nordeste-joao-pessoapb/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 23 May 2010 16:10:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emanuel Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Publicações]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria e História]]></category>
		<category><![CDATA[Universidades]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.papodearquiteto.com/?p=2188</guid>
		<description><![CDATA[
João Pessoa, 26, 27, 28 e 29 de maio de 2010
Local: Cidade Universitária, UFPB
MORTE e VIDA SEVERINAS:
Das Ressurreições e conservações (im) possíveis do patrimônio moderno no  NORTE E NORDESTE DO BRASIL
O Núcleo DOCOMOMO/PB e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/05/docomomo_norte_nordeste_joao_pessoa_paraiba.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2190" title="docomomo_norte_nordeste_joao_pessoa_paraiba" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/05/docomomo_norte_nordeste_joao_pessoa_paraiba.png" alt="" width="500" height="51" /></a></p>
<p>João Pessoa, 26, 27, 28 e 29 de maio de 2010<br />
Local: Cidade Universitária, UFPB</p>
<h5>MORTE e VIDA SEVERINAS:<br />
Das Ressurreições e conservações (im) possíveis do patrimônio moderno no  NORTE E NORDESTE DO BRASIL</h5>
<p>O Núcleo DOCOMOMO/PB e o Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e  Urbanismo do Centro de Tecnologia da Universidade Federal da Paraíba  convidam a todos envolvidos com o estudo, reconhecimento, preservação,  intervenção e valorização da produção arquitetônica, urbanística e  paisagística modernas no Brasil a participar do 3º. Seminário DOCOMOMO  Norte-Nordeste. ( <strong><a title="http://www.docomomonortenordeste.com.br/" href="http://www.docomomonortenordeste.com.br/" target="_blank">+ informações</a></strong> )</p>
<h3>Programação do DOCOMOMO</h3>
<div id="attachment_2189" class="wp-caption alignnone" style="width: 370px"><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/05/docomomo_BANNER_PROGRAMACAO.gif"><img class="size-large wp-image-2189" title="Banner de Programação do 3º do_co,mo.mo_" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/05/docomomo_BANNER_PROGRAMACAO-360x450.gif" alt="Banner de Programação do 3º do_co,mo.mo_" width="360" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar</p></div>
<p>Trabalhos Aceitos</p>
<h2>Artigos aceitos para apresentação nas Sessões Temáticas</h2>
<ol>
<li class="l1"><strong>Adriana Almeida</strong> &#8211; Difusão da Arquitetura Moderna em Campina Grande-PB:    necessidades e desafios para preservação de um patrimônio ameaçado</li>
<li><strong>Aline de Figueirôa, Adelaide Santos, Dayanne Alves, Gibson    de Souza e Jéssica Jorge</strong> &#8211; Comunicação, diversão e oração:    Documentação e conservação do acervo Art Déco no interior de Pernambuco</li>
<li class="l1"><strong>Barbara Aguiar, Márcia Reis, Alcione Sarkis Simão, Daniel    Moreira, Marília Vale, Pricylla Girão, Rafael Aycinena, Raul Monterroso,    Rodrigo Lucas, Silvia Roveroni, Sonia Fuentes, Sérgio Santos</strong> &#8211; Conservação    da Arquitetura Moderna: Plano de Conservação e de Reuso para o Instituto de    Micologia da UFPE</li>
<li><strong>Berthilde Moura</strong> &#8211; Decrépitos espaços de    fantasias &#8211; a memória dos clubes sociais da cidade de João Pessoa</li>
<li class="l1"><strong>Carolina Chaves</strong> &#8211; Aportes para investigação do processo de difusão da    arquitetura moderna na João Pessoa da segunda metade do século XX</li>
<li><strong>Carolina Chaves </strong>- As experiências do morar moderno em João Pessoa entre    1950/1970</li>
<li class="l1"><strong>Cecília Almeida</strong> &#8211; A arquitetura, a trama e o Parque: um olhar transversal no processo de    modernização da cidade de João Pessoa</li>
<li><strong>Cecília dos Santos e Ruth Verde Zein</strong> &#8211; Considerações    sobre a impossibilidade de sonhar diante de ruínas recentes</li>
<li class="l1"><strong>Dayse Martins, Jussara Bióca e Terezinha Monteiro</strong> &#8211; Paisagem moderna, paisagem    histórica?</li>
<li><strong>Eneida de Almeida e Kátia Teixeira </strong>- Lina Bo Bardi em Salvador: um    diálogo de tempos</li>
<li class="l1"><strong>Felipe Crispim e Emanuel Souto</strong> &#8211; Arquitetura moderna,    verticalização e novas formas de habitar a cidade: Campina Grande (PB)    1955-1970</li>
<li><strong>Flaviana Lira</strong> &#8211; As recomendações internacionais e a arquitetura    moderna: limitações e possibilidades de aplicação nas ações de conservação e    restauração</li>
<li class="l1"><strong>Germana Rocha e Sandro Cabral</strong> &#8211; Bernardes e Campelo: Expressão    Tectônica de Duas Gerações Modernistas em João Pessoa</li>
<li><strong>Giovanni Sarquis</strong> &#8211; Arquitetura moderna em Belém    (1964-2005): significado(s) de uma trajetória de projeto</li>
<li class="l1"><strong>Juliano Carvalho e Adriana Almeida</strong> &#8211; Augusto Reynaldo, introdutor e    difusor da arquitetura residencial moderna em Campina Grande</li>
<li><strong>Luiza Lima, Angela    Ferreira e Caliane de Almeida</strong> &#8211; Conjunto Residencial Nova Tirol: Novas perspectivas (modernas) para a habitação em Natal-RN nos anos    1950</li>
<li class="l1"><strong>Madalena Matos e Tânia    Ramos</strong> &#8211; Presenças e Projectos de Simões de Carvalho    em Portugal, em Angola e no Brasil</li>
<li><strong>Magda Campelo</strong> &#8211; Campi Universitários do Nordeste: Memórias    de um Modelo Espacial</li>
<li class="l1"><strong>Marcus Queiroz</strong> &#8211; Estilo moderno, feição moderna e tipo moderno:    arquiteturas da modernidade. Campina Grande 1930/1950</li>
<li><strong>Maria Reynaldo e Amélia Reynaldo</strong> &#8211; Para exemplares de uma    arquitetura antiga, uma análise especial, para a moderna, a lei</li>
<li class="l1"><strong>Marizo Pereira, Maisa Veloso e Natália Miranda</strong> &#8211; Crônica    de uma Morte Anunciada. Arquitetura moderna em Natal x Copa de 2014</li>
<li><strong>Patrícia    Alonso, Marco Coutinho e Wylnna Vidal</strong> &#8211; Expansão no Campus de João    Pessoa da Universidade Federal da Paraíba: Entre o diálogo e a alienação</li>
<li class="l1"><strong>Paula de Paoli</strong> &#8211; Uma história do tempo presente: os tombamentos da    arquitetura moderna pelo IPHAN (1947-2007)</li>
<li><strong>Paulo Nobre</strong> &#8211; Jardins Severinos, os projetos de Burle    Marx para Natal</li>
<li class="l1"><strong>Priscila Gonçalves e Marco Aurélio Gomes</strong> &#8211; Sobre os limites da preservação    do patrimônio moderno: duas polêmicas recentes em Salvador, BA</li>
<li><strong>Renata Cabral </strong>- O IPHAN entre Ecletismo e Modernismo no Edifício    Luciano Costa</li>
<li class="l1"><strong>Ricardo Araújo</strong> &#8211; Arquitetura Residencial em João      Pessoa. A experiência moderna nos anos    1970</li>
<li><strong>Roberta Xavier</strong> &#8211; Casas da Orla Marítima de João Pessoa. Um olhar sobre a    Arquitetura Moderna 1960/1974</li>
</ol>
<h2>Artigos aceitos para publicação</h2>
<ol>
<li class="l1"><strong>Adriana Capretz</strong> &#8211; A situação agonizante dos    exemplares modernos que integram as Unidades Especiais de Preservação (UEPs)    em Maceió: do desconhecimento à descaracterização</li>
<li><strong>Amanda Case e Fernando Diniz</strong> &#8211; Monumentalidade e Tectônica no Fórum    de Teresina de Acácio Gil Borsoi</li>
<li class="l1"><strong>Amélia Reynaldo </strong>- A sinfonia em dois tempos composta pelos mestres    modernos</li>
<li><strong>Ana Vaz Milheiro e Jorge Figueira</strong> &#8211; Moderno    colonial. Património escolar em Angola construído durante o Estado-Novo    português</li>
<li class="l1"><strong>Bárbara Aguiar</strong> &#8211; Conservação da Arquitetura Moderna: Plano    de conservação para o edifício sede da Companhia Elétrica de Pernambuco</li>
<li><strong>Celina Borges e Suellen dos Santos </strong>- Os    arquitetos Sylvio de Vasconcellos e Delfim Amorim &#8211; Aproximações e distinções    sobre o conceito do morar moderno</li>
<li class="l1"><strong>Eloane Cantuária, José de Vasconcelos, Fátima Pelaes</strong> &#8211; Em Busca da    Identidade Urbana: o legado do movimento moderno na cidade de Macapá-AP</li>
<li><strong>Fernanda Farias</strong> &#8211; A produção Art Déco e as transformações na    arquitetura de João Pessoa com o advento da “modernidade”</li>
<li class="l1"><strong>Francisco Sales</strong> &#8211; Modernização estatal e modernidade arquitetônica na    Paraíba através da Diretoria de Viação e Obras Públicas (DVOP)</li>
<li><strong>José Almir Farias</strong> &#8211; Do Centro Cívico ao Centro Nômade. Sobre o Significado    Moderno da Centralidade como Espaço da Representação Política</li>
<li class="l1"><strong>Mércia Rocha</strong> &#8211; Contribuições para a Preservação do    Patrimônio Moderno</li>
<li><strong>Michelle Schneider e Ruth Verde</strong> &#8211; Arquitetos Migrantes: o caso do    Centro de Exposições do Estado de Pernambuco 1977</li>
<li class="l1"><strong>Patrícia Carneiro, Ana Rita Sá, Júlia Machado e Manfredo    Porto</strong> &#8211; Arquitetura    moderna com jardim de Burle Marx no Nordeste</li>
<li><strong>Pricylla    Girão</strong> &#8211; Sede da Chesf em Salvador:    Desafios da Conservação da Arquitetura Moderna</li>
</ol>
<h2>Painéis aceitos para apresentação contínua</h2>
<ol>
<li class="l1"><strong>Adriana Capretz Manhas    e Max Giacheto Manhas</strong> &#8211; Da inovação ao abandono: o caso do conjunto do Centro    Educacional de Pesquisa Aplicada (CEPA) em Maceió</li>
<li><strong>Adriana Freire</strong> &#8211; Fechamentos na arquitetura moderna de Recife: mudanças na    transição entre interior e exterior</li>
<li class="l1"><strong>Alessandra Soares, Caroline Cevada, Luína Dantas,  Luísa Costa e Marcela Dimenstein</strong> &#8211; Análise de Edifício Moderno: Sede da Antiga  Reitoria da UFPB, um projeto de Stuckert Fialho</li>
<li><strong>Alexandre Castro, Jacqueline Gouveia, Flávia Gonçalves e    Robson Custódio</strong> &#8211; Do    Moderno ao esquecimento: O Edifício Manoel Pires</li>
<li class="l1"><strong>Amélia Panet e Telma de Barros Correia</strong> &#8211; Expressões do moderno na    arquitetura das décadas de 1930 e 1940: o caso de Rio Tinto</li>
<li><strong>Ana Lucia Silveira</strong> &#8211; Arquitetura Escolar Moderna em Teresina: Uma  Analise dos Primeiros Edifícios</li>
<li class="l1"><strong>Ana Paula Campos Gurgel</strong> &#8211; O Crato    também quis ser moderno! Interpretações populares dos pressupostos    modernistas no interior do Ceará</li>
<li><strong>Ana Rosa Chagas Cavalcanti</strong> &#8211; Lembranças/ fluxo/ resistências. Analise perceptiva das    ruínas do Cine Ideal em Maceió</li>
<li class="l1"><strong>Bertrand Martins, Thaís Araújo e Camila Aranha &#8211; </strong> Passado, presente e futuro do edifício sede da Previdência Social</li>
<li><strong>Camilla Carneiro, Juliana Peçanha e Maria Andreína    Fernandes</strong> &#8211; Clube Astréa, um    híbrido “mal-amanhado”</li>
<li class="l1"><strong>Carolina Brasileiro</strong> &#8211; A ruína moderna como objeto de requalificação: o caso do    edifício 13 de Maio</li>
<li><strong>Caroline Muñoz Cevada e Andrei de Ferrer</strong> &#8211; Registro e Levantamento de    Residência Moderna na cidade de João Pessoa &#8211; PB</li>
<li class="l1"><strong>Celma Chaves, Gleicyane Viana, Paula Abreu e Samia  Salim -</strong> Referências Modernas  na Arquitetura Residencial em Belém (1940-1960) e suas Transformações Recentes</li>
<li><strong>Clovis Jucá, Ricardo    Fernandes, José Clewton do Nascimento, Margarida Andrade, Beatriz Diógenes e    Romeu Duarte Junior</strong> &#8211; O    Modernismo Cearense: A Universidade Federal do Ceará (UFC) e a cidade de    Fortaleza.</li>
<li class="l1"><strong>Denise Alves de Lemos, Marina Goldfarb e Raissa Monteiro</strong> &#8211; Análise de um edifício moderno em João Pessoa: Edifício Santa Rita</li>
<li><strong>Denise Dieb e Marília    Dieb</strong> &#8211; Entre <em>vida</em> e<em> morte</em> a ‘luz’: O    farol do Cabo Branco e a perpetuidade de um marco moderno.</li>
<li class="l1"><strong>Eduardo Lucas</strong> &#8211; Museu de Arte Assis Chateaubriand.    Campina Grande, Paraíba</li>
<li><strong>Elaine de A. Medeiros,    Josemary Ferrare e Myllena Azevedo</strong> &#8211; <strong>Identificando    marcos modernistas </strong>na fachada litorânea de Maceió &#8211; do Jaraguá ao Pontal da Barra.</li>
<li class="l1"><strong>Eliana Lima Costa e Maiara Dutra</strong> &#8211; Aeroporto Castro Pinto, uma obra    moderna desaparecida</li>
<li><strong>Eloane Cantuária, José    de Vasconcelos, Fátima Pelaes, Ana Maria Freitas, Eloá de Carvalho, Jaqueline    Brito e Suellen Braga</strong> &#8211; Inventário    de Conhecimento dos Bens Imóveis da Cidade de Macapá-AP: entre a cidade colonial    e modernista</li>
<li class="l1"><strong>Erika Diniz </strong>- Inventário    da Arquitetura Moderna da Paraíba (1930-1980): Documentar para Preservar.</li>
<li><strong>Erika Diniz e Vanessa Paiva </strong>- Banco da Lavoura de Minas Gerais    e Álvaro Vital Brazil: Uma contribuição paraibana para Arquitetura Moderna</li>
<li class="l1"><strong>Fúlvio Teixeira</strong> &#8211; Novas Residências, Nova Visão Urbana: A difusão das    moradias modernas em João Pessoa</li>
<li><strong>Geovana Rocha -</strong> Proteção do patrimônio e preservação da  história arquitetônica modernista do Estado do Piauí: estudo de caso</li>
<li class="l1"><strong>Josemary Ferrare</strong> &#8211; Inventariando três discursos modernizadores expressos em    “antigas” Faculdades no Centro de Maceió*</li>
<li><strong>Juliana Peçanha e Marina Goldfarb</strong> &#8211; Registro de Arquitetura Moderna: O    Edifício Sede do IPASE</li>
<li class="l1"><strong>Kaline Guedes e Ana Laura Brito</strong> &#8211; “Inovação” e Impacto na Paisagem Paraibana: O Caso    do Espaço Cultural José Lins do Rego</li>
<li><strong>Laura Alecrim</strong> &#8211; A Usina Higienizadora de Leite do Recife: vida e óbito do    patrimônio moderno</li>
<li class="l1"><strong>Lia Tavares</strong> &#8211; E    agora José?</li>
<li><strong>Lívia Macedo e Ana Negreiros -</strong> Assembléia Legislativa do Estado do Piauí.  Acácio Gil Borsoi, 1984</li>
<li class="l1"><strong>Lívia Roque e Amanda Gomes</strong> &#8211; Levantamento arquitetônico de obra moderna em João Pessoa</li>
<li><strong>Magda Campelo, Cibele Taralli e Waldete Freitas</strong> &#8211; Gênese e Sobrevida de um Edifício    Moderno: O caso da Maternidade Popular Escola de Fortaleza</li>
<li class="l1"><strong>Manuela Farias Castro -</strong> A  modernidade arquitetônica do Monumento aos heróis do Jenipapo. Raul de Lagos  Cirne. Campo Maior. Piauí. 1973</li>
<li><strong>Marcela Dimenstein e  Alessandra Soares</strong> &#8211; Registros de Arquitetura Moderna</li>
<li class="l1"><strong>Marília Muniz e Fernando Diniz</strong> &#8211; Continuidade e Mudança na    Arquitetura Residencial Moderna no Nordeste: O Escritório Arquitetura 4    (1973-1995)</li>
<li><strong>Marina Goldfarb de Oliveira &#8211; </strong>A Presença do Art Nouveau na Rua das  Trincheiras</li>
<li class="l1"><strong>Marluce Venâncio e Christiana Santos</strong> &#8211; Atravessar os rios rumo à nova    capital. A parte que nos cabe do urbanismo modernista?</li>
<li><strong>Maryá de Sousa Aldrigue</strong> &#8211; Análise Projetual, um Estudo    Comparativo. Continuidades e rupturas em projetos residenciais unifamiliares    de João Pessoa</li>
<li class="l1"><strong>Moema Oliveira -</strong> O design do Mobiliário Moderno Brasileiro sob a  Ótica Tectônica</li>
<li><strong> Nelcia Beatriz Fortes, Henrique Gomes do Carmo, Lara Eulálio e Arianna Hidd</strong> &#8211; A influência da Escola do Recife na produção residencial    arquitetônica do arquiteto Ricardo Roque em Teresina</li>
<li class="l1"><strong>Oscar Ferreira e Wandy Carvalho</strong> &#8211; Edifício João Goulart &#8211; A Presença    do Patrimônio Moderno no Centro Histórico de São Luís</li>
<li><strong>Patrícia Cruz e Elaine de Souza</strong> &#8211; Registro de Arquitetura Moderna:    Restaurante e Centro de Vivência da UFPB</li>
<li class="l1"><strong>Paula Dieb Martins e Marina Goldfarb</strong> &#8211; Casa moderna na orla de João    Pessoa/PB: Residência Gilson Espínola Guedes</li>
<li><strong>Paula Nichel e Fernando Diniz -</strong> A Arquitetura Residencial em Altura do  Escritório Borsoi Arquitetos Associados, 1967/1979.</li>
<li class="l1"><strong>Pautília Cavalcanti e Sarah Brandeburski </strong>- Residência Ângela Miranda</li>
<li><strong>Raissa Monteiro e Denise Lemos</strong> &#8211; Arquitetura Moderna na Orla    Marítima de João Pessoa: Residência Major Adolfo Lira Fernandes</li>
<li class="l1"><strong>Robson Xavier</strong> &#8211; Expografia    moderna e contemporânea: diálogos entre Arte e Arquitetura</li>
<li><strong>Rodrigo Nascimento e Edja Trigueiro</strong> &#8211; Vida, Morte e Fênix: Identificando    permanências, fragmentos e influências do modernismo em Natal, RN</li>
<li class="l1"><strong>Roseline Oliveira e Maria Angélica da Silva </strong>- “Eu queria sair do antigo, não    sabia como”: Maceió e a Modernidade</li>
<li><strong>Rui Rocha</strong> &#8211; Quando o arquiteto é o cliente</li>
<li class="l1"><strong>Sarah Brandeburski e Fernanda Farias</strong> &#8211; Residência Cassiano Ribeiro    Coutinho</li>
<li><strong>Tamires Cabral -</strong> Arquitetura moderna</li>
<li class="l1"><strong>Thaíse Gambarra e Thais Carvalho</strong> &#8211; Residência Antônio Diniz    Magalhães. Um Registro de Arquitetura Moderna.</li>
<li><strong>Vanine Borges Amaral</strong> &#8211; Expressões arquitetônicas de modernidade em Maceió: uma    perspectiva de preservação.</li>
</ol>
<p>Organização</p>
<h3>Comissão Científica:</h3>
<p>Ana Carolina Bierrenbach (UFBA)<br />
Ana Rita Sá Carneiro (UFPE)<br />
Anna Beatriz Ayrosa Galvão (IPHAN/SP)<br />
Carlos Eduardo Dias Comas (UFRGS)<br />
Edja Trigueiro (UFRN)<br />
Fernando Diniz Moreira (UFPE)<br />
Guilah Naslavsky (UFPB)<br />
Luiz Amorim (UFPE)<br />
Nelci Tinem (UFPB)<br />
Sonia Marques (UFRN)</p>
<h3>Realização:</h3>
<p>UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA<br />
DOCOMOMO Brasil/DOCOMOMO Núcleo Paraíba</p>
<h3>Comissão Organizadora:</h3>
<p>Guilah Naslavsky (UFPB) – Coordenação geral<br />
Fabiano Rocha (UNIJPÊ)<br />
Fúlvio Teixeira (UFCG)<br />
Kaline Guedes (UFPB)<br />
Nelci Tinem (UFPB)<br />
Marcele Trigueiro (UFCG)<br />
Marcus Vinícius Queiroz (FACISA)<br />
Maria Berthilde (UFPB)<br />
Mércia Rocha (UFPB)<br />
Ricardo Araújo (UFRN)<br />
Robson Xavier (UFPB)<br />
Rui Rocha Júnior (UFPB)<br />
Sonia Marques (UFRN)<br />
Wylnna Vidal (PMJP)</p>
<h3>Apoio:</h3>
<p>www.vitruvius.com.br &#8211; universo paralelo de arquitetura e urbanismo<br />
CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico<br />
CAPES – Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior<br />
PMJP &#8211; Prefeitura Municipal de João Pessoa<br />
FACISA &#8211; Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.papodearquiteto.com/2010/05/23/3%c2%ba-do_como-mo_-norte-nordeste-joao-pessoapb/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Colagem sobre MDF, Arte e Sustentabilidade em favor da reciclagem</title>
		<link>http://www.papodearquiteto.com/2010/02/24/colagem-sobre-mdf-arte-e-sustentabilidade-em-favor-da-reciclagem/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=colagem-sobre-mdf-arte-e-sustentabilidade-em-favor-da-reciclagem</link>
		<comments>http://www.papodearquiteto.com/2010/02/24/colagem-sobre-mdf-arte-e-sustentabilidade-em-favor-da-reciclagem/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 03:36:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emanuel Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Papo de Arquiteto]]></category>
		<category><![CDATA[Publicações]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria e História]]></category>
		<category><![CDATA[mdf]]></category>
		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Silvio Alvarez]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.papodearquiteto.com/?p=1494</guid>
		<description><![CDATA[ 
Artista plástico, autodidata, natural de São Paulo, vivo exclusivamente da arte da colagem. Descobri a técnica por acaso, há 20 anos, ao precisar externar meus sentimentos em uma crise emocional das bravas.
Hoje comercializo meus ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<p>Artista plástico, autodidata, natural de São Paulo, vivo exclusivamente da arte da colagem. Descobri a técnica por acaso, há 20 anos, ao precisar externar meus sentimentos em uma crise emocional das bravas.</p>
<p>Hoje comercializo meus quadros, desenvolvo projetos e consultoria para empresas na área de sustentabilidade, ministro workshops para profissionais das áreas de educação, recursos humanos, arteterapia, entre outras, e para o público em geral.</p>
<div id="attachment_1495" class="wp-caption alignnone" style="width: 507px"><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/02/OriginalJovemArlequim.jpg"><img class="size-medium wp-image-1495" title=" Foto: O Jovem Arlequim – colagem sobre MDF – 40 x 25 cm – 2009 " src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/02/OriginalJovemArlequim-497x300.jpg" alt=" Foto: O Jovem Arlequim – colagem sobre MDF – 40 x 25 cm – 2009 " width="497" height="300" /></a><p class="wp-caption-text"> Foto: O Jovem Arlequim – colagem sobre MDF – 40 x 25 cm – 2009 </p></div>
<p>Em tempos de aquecimento global, percebo que a arte da colagem pode atuar como importante instrumento de conscientização, muito mais eficiente, por exemplo, do que longos sermões a respeito da devastação do Planeta. A colagem transmite algo fundamental&#8230; Que para revertermos esta situação precisamos, acima de tudo, reciclar, reciclar, reciclar&#8230;</p>
<div id="attachment_1496" class="wp-caption alignnone" style="width: 472px"><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/02/SenhordoLixo-SilvioAlvarez.jpg"><img class="size-large wp-image-1496" title=" Foto: Senhor do Lixo – colagem sobre madeira descartada da produção de caixas acústicas – 33 cm – 2008 " src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/02/SenhordoLixo-SilvioAlvarez-462x450.jpg" alt=" Foto: Senhor do Lixo – colagem sobre madeira descartada da produção de caixas acústicas – 33 cm – 2008 " width="462" height="450" /></a><p class="wp-caption-text"> Foto: Senhor do Lixo – colagem sobre madeira descartada da produção de caixas acústicas – 33 cm – 2008 </p></div>
<p>Nos idos de 1993, presenteei um grande amigo, o dentista David Moura Leite de Freitas, de Itapira – SP, com um quadro de 100 x 80 cm, composto por quadradinhos de 2 x 2 cm, com imagens das mais variadas, recortados um a um de revistas. Ele colocou o trabalho na recepção da sua clínica odontológica. Na ocasião, pude constatar a diversão proporcionada às famílias que ali permaneciam até serem atendidas.</p>
<p>No ano passado desenvolvi um projeto para a Editora Abril, na área de convivência do seu edifício, na Avenida Nações Unidas, em São Paulo. Durante a Semana do Meio Ambiente, permaneci cerca de dez horas por dia no local produzindo um painel de colagem com 250 x 350 cm. A idéia era mostrar o que poderia ser feito com o que não é mais utilizado pela empresa. Os funcionários eram convidados a participar da produção. O painel passou a integrar o acervo do Museu da Sustentabilidade da Praça Victor Civita.</p>
<div id="attachment_1497" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/02/A-Arvore.jpg"><img class="size-large wp-image-1497" title=" Foto: “A Árvore” – colagem sobre MDF – 250 x 350 cm – 2009 " src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/02/A-Arvore-600x450.jpg" alt=" Foto: “A Árvore” – colagem sobre MDF – 250 x 350 cm – 2009 " width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text"> Foto: “A Árvore” – colagem sobre MDF – 250 x 350 cm – 2009 </p></div>
<p>Penso que este tipo de projeto, incluindo a decoração de espaços corporativos, tem um potencial muito grande ainda a ser explorado.</p>
<p>Leio e ouço falar de preservação ambiental, da necessidade de reciclagem há muito tempo, mas apenas passei a atuar mais efetivamente neste sentido ao perceber o quanto as crianças e jovens que participavam dos meus workshops poderiam, a partir de uma experiência lúdica, sair dali e imediatamente propagar o conceito, de forma prática e eficaz.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O ponto-chave para o meu despertar ecológico foi ter conhecido Dona Nêga, uma senhora de 70 anos, natural aqui da cidade em que hoje resido, Joanópolis – SP. Dona Nêga complementa sua aposentadoria recolhendo papelão, revistas e outros materiais para vendê-los à reciclagem. Tudo o que sobra de minha produção vai para ela. Vê-la, com o vigor de um jovem de 18 anos, conseguir alterar toda uma realidade de vida difícil, a partir da reciclagem, fez-me pensar muito. Se ela, sozinha, pode&#8230; Por que o Mundo não pode?</p>
<p>Precisamos ser atores e não apenas expectadores de todo este processo que coloca em risco a vida do Planeta. Antes de tudo, precisamos assumir nossa responsabilidade.</p>
<div id="attachment_1499" class="wp-caption alignnone" style="width: 607px"><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/02/Amparo1.jpg"><img class="size-large wp-image-1499" title="Foto:Oficina de colagem realizada na Casa de Cultura de Amparo – SP em 2009. " src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/02/Amparo1-597x450.jpg" alt="Foto:Oficina de colagem realizada na Casa de Cultura de Amparo – SP em 2009. " width="597" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">Foto:Oficina de colagem realizada na Casa de Cultura de Amparo – SP em 2009. </p></div>
<p>Prossigo aqui, como uma “formiguinha arteira”, vendendo o meu “peixe” e tentando demonstrar que a arte pode ter uma abrangência muito maior do que a demonstrada entre as quatro paredes de um museu.</p>
<p><em><strong>*</strong>Para entrar em contato com Silvio Alvarez acesse o seu site ou mande um email.</em></p>
<p><a href="http://www.silvioalvarez.com.br/">http://www.silvioalvarez.com.br/</a><br />
Contato: <a href="mailto:silvioalvarez@uol.com.br">silvioalvarez@uol.com.br</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.papodearquiteto.com/2010/02/24/colagem-sobre-mdf-arte-e-sustentabilidade-em-favor-da-reciclagem/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A vida de Le Corbusier, obras, teorias e projetos.</title>
		<link>http://www.papodearquiteto.com/2010/01/25/a-vida-de-le-corbusier-obras-teorias-e-projetos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=a-vida-de-le-corbusier-obras-teorias-e-projetos</link>
		<comments>http://www.papodearquiteto.com/2010/01/25/a-vida-de-le-corbusier-obras-teorias-e-projetos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 01:47:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emanuel Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[- Obras Destacadas]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria e História]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.papodearquiteto.com/?p=1209</guid>
		<description><![CDATA[
Le Corbusier, cujo nome verdadeiro era Charles-Edouard Jeanneret nasceu em 6 de outubro de 1887 em La Chaux-de-Fonds, Suíça. Seu pai e seu avô eram gravadores, sua mãe, cujo nome de solteira era Perret morreu ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/01/a-vida-de-le-corbusier.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1212" title="A Vida de Le Corbusier" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/01/a-vida-de-le-corbusier.jpg" alt="A Vida de Le Corbusier" width="510" height="120" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Le Corbusier, cujo nome verdadeiro era Charles-Edouard Jeanneret nasceu em 6 de outubro de 1887 em La Chaux-de-Fonds, Suíça. Seu pai e seu avô eram gravadores, sua mãe, cujo nome de solteira era Perret morreu não muito tempo do seu centenário, na casa que Le Corbusier construiu para seus pais em 1923 às margens do Lago de Genebra, perto de Vevey. Precocemente mostrou um grande talento para o desenho, de modo que aos 14 catorze anos  foi colocado na Escola de Arte de La Chaux-de-Fonds, escola fundada no século XIX, em especial para a formação de gravadores e trabalhadores da indústria de relógios. O papel de seu professores <strong>L&#8217;Eplattenier</strong> foi especialmente importante que ele desempenhasse um papel importante na evolução do jovem Jeanneret e no seu interesse pela arquitetura. Para o seu estímulo e encorajamento  frequentou cursos da nova seção da escola dedicada à pintura mural e escultura.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_1215" class="wp-caption alignright" style="width: 194px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://images.google.com/hosted/life/f?q=Josef+Hoffmann+source:life&amp;prev=/images%3Fq%3DJosef%2BHoffmann%2Bsource:life%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN&amp;imgurl=f19ef954835dbf9b"><img class="size-full wp-image-1215   " title="Josef Hoffmann" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/01/josef-hoffmann.jpg" alt="Fotografia de: Alfred Eisenstaedt" width="184" height="251" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Josef Hoffmann Fotografia de: Alfred Eisenstaedt</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">Com apenas 18 anos, pediram-lhe que construísse uma casa para um membro do comité da direção da Escola de Arte. Com os seus honorários, Charles-Edouard Jeanneret começou um percurso que o levou para a Itália, para Budapeste e Viena, onde conheceu, entre outros, <strong>Josef Hoffmann</strong> que no momento era o  diretor das Oficinas de Arte de Viena.</p>
<p style="text-align: justify;">Em fevereiro 1908, contando com seus 20 anos, o rapaz foi pela primeira vez à Paris, onde passou uma longa temporada. Conheceu alí <strong>Auguste Perret</strong>, com quem trabalhou por quinze meses como um arquiteto, então, a Escola de Arte em La Chaux-de-Fonds, foi contratado para realizar, de abril de 1910 a maio de 1911, uma viagem para a Alemanha, para que assim pudesse estudar o movimento das artes aplicadas nesse país. Reuniu suas observações em um relatório oficial em La Chaux-de-Fonds em 1911. Em 1910, o jovem Jeanneret conhece <strong>Peter Behrens</strong> em Berlim, com que trabalhara há cinco meses, em seguida, passou um tempo com <strong>Heinrich Tessenow</strong> en Hellerau, Dresden.</p>
<table class="aligncenter" style="text-align: justify;" border="0">
<tbody>
<tr>
<td>
<p><div id="attachment_1222" class="wp-caption aligncenter" style="width: 255px"><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/01/Heinrich-Tessenow.jpg"><img class="size-full wp-image-1222 " title="Heinrich Tessenow, Arquiteto e Urbanista Alemão" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/01/Heinrich-Tessenow.jpg" alt="Heinrich Tessenow" width="245" height="323" /></a><p class="wp-caption-text">Heinrich Tessenow</p></div></td>
<td>
<p><div id="attachment_1223" class="wp-caption aligncenter" style="width: 232px"><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/01/Peter-Behrens.jpg"><img class="size-full wp-image-1223 " title="Peter Behrens, Arquiteto e Designer" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/01/Peter-Behrens.jpg" alt="Peter Behrens" width="222" height="322" /></a><p class="wp-caption-text">Peter Behrens</p></div></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">Jeanneret ficou muito impressionado com a força e organização do movimento, mas, até um certo ponto, teve uma crítica, como evidenciado por esta observação sobre a exposição de Munique:</p>
<blockquote style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">&#8220;O conjunto era de surpreendente harmônia, e certamente muito novo para os franceses de hoje, mas aos alemães lhes falta tradição e suas mãos ainda estão inaptas. &#8221; ( Le Corbusier )</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Depois de permanecer na Alemanha, realiza com <strong>Auguste Klipstein</strong>, um famoso antiquário de Berna, uma viagem de sete meses para os Balcãs, Hungria, Roménia, e depois vai para a Bulgária, Istambul, Atenas e Roma. Depois de estabelecer em alguns anos a sua cidade natal, La Chaux-de-Fonds, onde <strong>L&#8217;Eplatenier</strong> pediu para que ele ficasse a frente de alguns cursos da Escola de Arte. Mas a vida e um quadro bastante estreito em La Chaux-de-Fonds e não poderiam segurá-lo por muito tempo, pois em 1917 na idade de 30 anos, instalou-se definitivamente em Paris. Aonde viveu lá por dezessete anos na rua Jacob, em seguida, mudou-se para a rua Nunguesser em Coli.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_1226" class="wp-caption alignright" style="width: 185px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/01/amedee-ozenfant.jpg"><img class="size-full wp-image-1226" title="Amédée Ozefant, pintor cubista frances, um dos fundadores do purismo" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/01/amedee-ozenfant.jpg" alt="Amédée Ozefant" width="175" height="217" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Amédée Ozefant</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Em Paris, pintou seus primeiros quadros, e, um de 1918, apresentado pela primeira vez com <strong>Amédée Ozefant</strong> (pintor cubista francês) na Galeria Thomas. Um pouco mais tarde, <strong>Après le Cubisme</strong> (após o cubismo), manifesto do qual Ozefant e Le Corbusier formulam sua concepção de arte contemporânea.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_1228" class="wp-caption alignleft" style="width: 181px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/01/LEsprit-Nouveau-numero-2.jpg"><img class="size-full wp-image-1228" title="L'Esprit Nouveau numero 2" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/01/LEsprit-Nouveau-numero-2.jpg" alt="L'Esprit Nouveau" width="171" height="259" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">L&#8217;Esprit Nouveau &#8220;número 2&#8243;</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A revista &#8220;<strong>Esprit Nouveau</strong>&#8221; é fundada em colaboração com Paul Dermée; o primeiro número aparece em 15 de outubro de 1920. A ativa colaboração de Le Corbusier pela revista se manifesta por grande números de artigos sobre arte e arquitetura, que formam a base de publicações que apareceriam mais tarde na casa Crès. A composição e a apresentação gráfica desses cadernos &#8211; realizados em grande parte por Le Corbusier, assim como suas publicações posteriores &#8211; ainda hoje continuam sendo exemplar.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1235" title="Le Corbusier em Paris 1925" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/01/le-corbusier-paris-1925.jpg" alt="Le Corbusier em Paris 1925" width="510" height="120" /></p>
<p style="text-align: justify;">Em 1922, em parceria com seu primo, <strong>Pierre Jeanneret</strong> então começou uma luta &#8211; que duraria décadas &#8211; por uma arquitetura que seria a expressão do nosso tempo e não um plágio de culturas passadas. Le Corbusier reuniu em torno dele, em seu estúdio na <strong>Rua de Sèvres</strong>, jovens de todas as nacionalidades, muitos dos quais estão agora entre os melhores arquitetos de seus países. Seus estudos de arquitetura e urbanismo foram apresentados em seu &#8220;Plano para  uma cidade contemporânea de 3 milhões de habitantes&#8221;, que contém todos os elementos do desenvolvimento urbano moderno, a separação de habitações e de circulação, alojamento e locais de trabalho, construção de casas em meio a relva e os bairros residenciais que cercam a vila como uma cidade-jardim, 24-edifícios torre para servir como instalações administrativas, comerciais e hotéis.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_1240" class="wp-caption alignright" style="width: 219px"><img class="size-medium wp-image-1240" title="Vers une Architecture" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/01/Vers-une-Architecture-209x300.jpg" alt="Vers une Architecture" width="209" height="300" /><p class="wp-caption-text">Vers une Architecture</p></div>
<p style="text-align: justify;">Em 1923 aparece a primeira publicação fundamental de Le Corbusier,<strong> <em>Vers une Architecture</em></strong> (A arquitetura). Alí toma novamente e desenvolve os artigos que foram publicados na revista &#8220;<strong>Esprit Nouveau</strong>&#8220;. Durante os anos seguintes a casa Crès edita sucessivamente oito publicações em série. &#8220;Esprit Nouveau&#8221;. São publicadas pela primeira vez com seu atual nome de <strong>Le Corbusier</strong>, que tomou de uma ramificação de seus antepassados originários da França.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Le Corbusier, o primeiro dever do nosso tempo é alojar as massas de forma decente e humana. Isso só é possível graças à fabricação industrial dos apartamentos standard e através de um planejamento urbanístico racional. Já em 1914, por causa da impressão que causou a destruição da guerra em Flandres, Le Corbusier tinha projetado um sistema de construção para a montagem &#8220;Domino&#8221;, em que a armação, postes, telhados e escadas são pré-fabricadas, sendo capaz combinar as mais diversas formas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_1243" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/01/le-corbusier-plan-voisin.png"><img class="size-thumbnail wp-image-1243" title="Plan Voisin" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/01/le-corbusier-plan-voisin-150x150.png" alt="Plan Voisin" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Plan Voisin</p></div>
<p style="text-align: justify;">Na Exposição Internacional de Artes Decorativas de 1925, a bandeira do &#8220;Esprit Nouveau&#8221;, construído por <strong>Le Corbusier</strong>, e onde  foi exposto  o &#8220;<strong>Plan Voisin</strong>&#8220;, causou sensação. A partir deste momento, Le Corbusier começou a implantar uma atividade intensa de arquiteto em seu estúdio na rua Sèvres número 35. Enquanto ele continuou a pintar.</p>
<p>Em 1925, Le Corbusier ganhou o primeiro prémio para a Sociedade das Nações, em Genebra.</p>
<p>Em 1928 em Sarraz fundou o grupo CIAM  (Congresso Internacional de Arquitetura Moderna)</p>
<div id="attachment_1248" class="wp-caption aligncenter" style="width: 520px"><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/01/ciam-1928-congresso-internacional-de-arquitetura-moderna.jpg"><img class="size-full wp-image-1248" title="CIAM (Guevrekain, L-C, Giedion e Pierre Jeanneret)" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/01/ciam-1928-congresso-internacional-de-arquitetura-moderna.jpg" alt="CIAM (Guevrekain, L-C, Giedion e Pierre Jeanneret)" width="510" height="120" /></a><p class="wp-caption-text">CIAM</p></div>
<p style="text-align: justify;">Junto com grandes trabalhos como <strong>Centrosoyus Moscovo</strong> (1928/29), a &#8220;Cité de Refuge Salvation Army of Paris&#8221;, e sua <strong>colaboração</strong> no prédio do <strong>Ministério  da Educação no Rio de Janeiro</strong>, Le Corbusier continuou seus amplos estudos teóricos sobre urbanismo, e, por conta de diversos paises, projeta diversos planos para as cidades, e para Estocolmo, Buenos Aires, Argel, Nemours (África), Bogotá, Moscou, Smyrna, e assim por diante. O problema do museu em espiral &#8220;crescimento ilimitado&#8221; preocupou Le Corbusier desde os anos trinta, suas idéias encontraram realização muito convincente no <strong>Museu de Arte Moderna</strong> ocidental, de <strong>Tokyo</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_1257" class="wp-caption alignright" style="width: 260px"><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/01/ministério-da-educação-rio-de-janeiro-le-corbusier.jpg"><img class="size-full wp-image-1257" title="Ministério da Educação e Saúde, vista da fachada noroeste. Arquitetos Lúcio Costa, Jorge Machado Moreira, Affonso Eduardo Reidy, Hernani Vasconcelos, Carlos Leão e Oscar Niemeyer. Consultoria de Le Corbusier. Rio de Janeiro RJ, 1936-1945." src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/01/ministério-da-educação-rio-de-janeiro-le-corbusier.jpg" alt="Ministério da Educação e Saúde, vista da fachada noroeste. Arquitetos Lúcio Costa, Jorge Machado Moreira, Affonso Eduardo Reidy, Hernani Vasconcelos, Carlos Leão e Oscar Niemeyer. Consultoria de Le Corbusier. Rio de Janeiro RJ, 1936-1945." width="250" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">Ministério da Educação e Saúde</p></div>
<p style="text-align: justify;">Várias palestras a convite das autoridades e das associações de arquitetos levam Le Corbusier à quase todas as principais capitais do mundo (Paris, Bruxelas, Madrid, Barcelona, Amsterdã, Estocolmo, Moscovo, Rio de Janeiro, etc.) Tornando mais fácil a oportunidade de apresentar as suas ideias sobre a arquitetura e urbanismo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Em 1940, logo após o início da guerra</strong>, Le Corbusier deixou Paris e mudou-se para a zona franca, aonde se dedica principalmente à pintura e a estudos teóricos (Modulor, etc).</p>
<p style="text-align: justify;">Le Corbusier em 1942 fundou o grupo <strong>ASCORAL</strong> (Assembléia de construtores para uma Renovação Arquitetônica ). Em 1944 consegue regressar a Paris, onde ele pode-se instalar novamente, em sua oficina. Em seguida, começar a trabalhar um período arquitetônico muito intenso. Em 1946 é chamado a colaborar em criação dos planos do <strong>palácio da ONU</strong> em Nova York. A &#8220;Unidade de habitação&#8221;, e suficientemente grande para acomodar 1.600 pessoas, o que faz em Marselha para o Ministério francês da Reconstrução (1945-1952), finalmente hora de fazer a sua idéia de forma convincente, como sempre; casas pré-fabricadas em série de células em processos industriais, da casa de campo para o grande bloco de apartamentos. Cada um com seu apartamento com sala dois andares e um jardim, constitue uma espécie de casa unifamiliar adaptada sob medida as exigências de cada morador.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_1260" class="wp-caption alignleft" style="width: 280px"><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/01/le-corbusier-chandigarh.jpg"><img class="size-full wp-image-1260" title="Le Corbusier e a planta de Chandigarh, nova capital de Punjab" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/01/le-corbusier-chandigarh.jpg" alt="Le Corbusier e a planta de Chandigarh, nova capital de Punjab" width="270" height="182" /></a><p class="wp-caption-text">Le Corbusier e Chandigarh</p></div>
<p style="text-align: justify;">Graças a comissão do Governo da Índia em 1950, Le Corbusier, foi contratado para construir <strong>Chandigarh</strong>, nova <strong>capital do Punjab</strong>, havendo assim a possibilidade de, pela primeira vez, realizar as suas idéias no desenvolvimento urbano. Le Corbusier desenvolveu os planos de arranjo geral e do Capitólio, os edifícios administrativos e de governo, bem como diversas <strong>habitações em Ahmedabad</strong>. O sucesso da &#8220;Unidade de habitação&#8221;, em Marselha, levaram à construção de outras unidades de princípio semelhantes aos de <strong>Nantes</strong>, Briey Meaux-en-Forêt. Em exposição na grande arquitetura, chamada de &#8220;Interbau&#8221; de Berlim, em 1957, Le Corbusier estava apresentando uma &#8220;unidade de habitação&#8221;, com 400 casas.</p>
<p style="text-align: justify;">A <strong>capela</strong> de peregrinação em <strong>Ronchamp</strong>, Notre-Dame-du-Haut, inaugurada em 1953, é o primeiro edifício sagrado de Le Corbusier. Como é uma &#8220;Unidade de habitação&#8221; Rochamp está entre as obras que, sem dúvida alguma, deram celebridade ao nome de Le Corbusier além dos profissionais na mídia. O <strong>convento</strong> de <strong>La Tourette</strong>, em Eveux, perto de Lyon, e do projeto da <strong>igreja Firminy</strong> são outros exemplos da arquitetura sagrada. Le Corbusier não assistiu a realização dos seus grandes projectos dos últimos anos, como o hospital de Veneza, o <strong>Centro de Investigações Olivetti </strong>em Rho, perto de Milão, <strong>Embaixada da França</strong> em Brasília e o <strong>Palácio de Congressos em Estrasburgo</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Morreu vítima de ataque cardíaco em agosto 27, 1965, enquanto ele estava nas águas do Mediterrâneo. Junto com a arquitetura e planejamento urbano, Le Corbusier teve toda sua vida em pintura e escultura, e durante seus últimos anos, de tapeçarias. Citamos, entre as suas belas criações artísticas, ao qual ele dedicou tanta atenção, as cortinas do Palácio da Justiça em Chandigarh.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">&#8220;É um pouco extravagante haver trabalhado tanto. O trabalho não é um castigo, o trabalho é para respirar.&#8221;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Em suas próprias palavras, encontrar a explicação da escala realmente gigantesca de seu trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.papodearquiteto.com/2010/01/25/a-vida-de-le-corbusier-obras-teorias-e-projetos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>XI Seminário de História da Cidade e do Urbanismo &#8211; A construção da cidade e do urbanismo: ideias têm lugar?</title>
		<link>http://www.papodearquiteto.com/2010/01/01/xi-seminario-de-historia-da-cidade-e-do-urbanismo-a-construcao-da-cidade-e-do-urbanismo-ideias-tem-lugar/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=xi-seminario-de-historia-da-cidade-e-do-urbanismo-a-construcao-da-cidade-e-do-urbanismo-ideias-tem-lugar</link>
		<comments>http://www.papodearquiteto.com/2010/01/01/xi-seminario-de-historia-da-cidade-e-do-urbanismo-a-construcao-da-cidade-e-do-urbanismo-ideias-tem-lugar/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 02 Jan 2010 00:54:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emanuel Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria e História]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.papodearquiteto.com/?p=978</guid>
		<description><![CDATA[
Nome: XI Seminário de História da Cidade e do Urbanismo &#8211; A construção da cidade e do urbanismo: ideias têm lugar?
Localização: Vitória &#8211; ES
Descrição: É com imensa satisfação que a Comissão Organizadora, o Programa de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/01/evento1061.jpg.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-979" title="XI Seminário de História da Cidade e do Urbanismo" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/01/evento1061.jpg.gif" alt="XI Seminário de História da Cidade e do Urbanismo" width="120" height="60" /></a></p>
<p><strong>Nome: </strong>XI Seminário de História da Cidade e do Urbanismo &#8211; A construção da cidade e do urbanismo: ideias têm lugar?</p>
<p><strong>Localização: </strong><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"><em>Vitória &#8211; ES</em></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Descrição: </strong>É com imensa satisfação que a Comissão Organizadora, o Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (PPGAU/UFES), em Artes (PPGA/UFES) e em Geografia da Universidade Federal do Espírito Santo (PPGG/UFES), o Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Juiz de Fora (PPGH/UFJF) e o Programa de Pós-Graduação em Políticas Sociais da Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (PPGPS/UENF) convidam pesquisadores comprometidos com estudos da história da cidade e do urbanismo, nos variados campos disciplinares, para participar do XI Seminário de história da cidade e do urbanismo &#8211; SHCU &#8211; que acontecerá na cidade de Vitória. O XI Seminário de História da Cidade e do Urbanismo é parte integrante da programação científica da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional (ANPUR), e da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (ANPARQ), tendo sido, desde os anos de 1990, realizando bianualmente.</p>
<p>Tema Central</p>
<p>A contrução da cidade e do urbanismo: ideias têm lugar?</p>
<p style="text-align: justify;">Ao completar 20 anos de realizações, desde 1990, o Seminário de História da Cidade e do Urbanismo já reuniu perto de mil trabalhos nas diversas modalidades de divulgação em suas dez versões anteriores. Esse quantitativo não apenas representa um crescimento na troca de experiências entre pesquisadores, mas, sobretudo, um enriquecimento e evolução de estudos relacionados com essa temática, e com sua diversificação em termos disciplinares e territoriais. Historiadores, arquitetos, sociólogos, antropólogos, geógrafos, dentre outros pesquisadores no campo das artes, ciências sociais e humanas, têm promovido reflexões que envolvem múltiplas dimensões da cidade. A troca de experiências que o SHCU tem agenciado extrapola os limites territoriais nacionais, estendendo-se desde as Américas a outros continentes. Esse intercâmbio vem permitindo articular entendimentos basilares da construção da cidade e da constituição do urbanismo no Brasil, bem como debater tendências e repercussões interpostas ao longo da história.</p>
<p style="text-align: justify;">Tema presente no escopo das preocupações do SHCU, a circulação de ideias e práticas retorna expressivamente em Recife, nos debates do X Seminário. Nessa oportunidade, Leme indica a importância desse debate na reflexão acerca “[...] da formação da sociedade brasileira produzida pelo campo da arquitetura e urbanismo” na atualidade. Destaca ainda que, nos últimos 20 anos, as discussões giram em torno das noções de “influência”, “transferência e tradução” e “ressonância”, procurando respostas para a “[...] complexidade das formas assumidas na circulação de idéias” no processo de construção das cidades. Cativados por essas inquietações, os organizadores do XI SHCU, têm como perspectiva ampliar a compreensão das questões que envolvem esse tema nas atuais agendas, da mesma maneira que estimular futuras frentes de pesquisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, o XI Seminário de História da Cidade e do Urbanismo tem como temática central a discussão da circulação e difusão das ideias no processo de construção das cidades e na instituição do urbanismo como disciplina e prática profissional. Afinal, as ideias sobre as cidades têm lugar? Gerações de urbanistas e planejadores voltaram-se para a busca de soluções para as cidades. Suas propostas, de uma forma ou de outra, remetem às teorias e às práticas urbanísticas. Inúmeros foram os mecanismos que possibilitaram a circulação das ideias e a sua difusão nos meios acadêmicos e profissionais. Seja como transposições seja mesmo como transferências de modelos, seja como repetições ou reinterpretações em contextos particulares, essas ideias tiveram o poder de desenhar e alterar a configuração de nossas cidades. Reitera-se, assim, a necessidade de reflexão sobre as ideias que envolvem a instituição do urbanismo como campo disciplinar e prática profissional, corroborando a contribuição dos que pensaram a cidade. Compreender o contexto em que se inserem suas proposições é peça fundamental no aprimoramento de abordagens futuras. Propostas globais, planos de conjunto, projetos parciais, diretrizes urbanísticas, pensamentos que ficaram no papel ou práticas que se mostraram incompletas&#8230; É dessa natureza o leque de preocupações que remete à indagação: afinal, ideias têm lugar?</p>
<p style="text-align: justify;">Sessões Temáticas (STs) de comunicações, painéis e painéis de iniciação científica de estudantes de graduação</p>
<p style="text-align: justify;">O XI Seminário de História da Cidade e do Urbanismo prevê uma sessão de abertura na noite de 5 de outubro, três mesas-redondas na parte da manhã dos dias 6 a 8 de outubro e quatro Sessões Temáticas simultâneas que incluem comunicações orais nesses mesmos dias na parte da tarde, além de Exposição de Painéis (a partir de inscrições específicas e de remanescentes da seleção de comunicações), da mesma forma que Painéis de Iniciação Científica de alunos de cursos de graduação. Prevê ainda a possibilidade de Sessões de Interlocução de grupos pesquisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Para as comunicações orais e painéis, é obrigatória a submissão de trabalho completo, incluindo seu resumo, para seleção por parte da Comissão Científica da respectiva Sessão Temática. Para os painéis de iniciação científica e as Sessões de Interlocução, é obrigatória a submissão de texto completo. Ressalta-se que as comunicações orais, os painéis e os painéis de iniciação científica devem ser inscritos segundo as Sessões Temáticas do evento. Para se informar sobre outros detalhes, ver Normas para a Submissão de Trabalhos nos respectivos links acima.</p>
<p style="text-align: justify;">O XI Seminário de História da Cidade e do Urbanismo está organizado prevendo a seleção de 96 trabalhos que serão incluídos nos anais do evento segundo formas de participação distintas. Destes, 84 constituem comunicações orais e 12 painéis. Adicionam-se a estes os 20 painéis de iniciação científica de alunos de graduação e das Sessões de Interlocução selecionadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os trabalhos submetidos devem ser inéditos e devem explicitar as linhas conceituais e metodológicas assumidas em seu desenvolvimento. As inscrições no XI SHCU, como especificado acima, são destinadas à reflexão, ao exame, ao debate e à divulgação das ideias e das questões emergentes quanto aos assuntos circunscritos na temática central, desdobrados conforme abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ST1: Formação do urbanismo e constituição do pensamento urbanístico</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Investigação do urbanismo como ciência e campo disciplinar: A concepção das cidades e a formação profissional. A história das cidades, a circulação de ideias e pensamentos e a construção dos espaços urbanos. O estabelecimento do ensino e a contribuição das várias áreas do conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ST2: Experimentação e prática no âmbito do urbanismo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Experiências e ações urbanísticas sobre o território na perspectiva da História: O projeto, a obra e a implementação das ideias. As políticas públicas e o papel dos planos, comissões, instituições, associações, autores e atores na cidade. As iniciativas individuais e as associações coletivas na construção da cidade formal e informal. Os empreendimentos privados e parcerias na conformação dos espaços urbanos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ST3: Representação e interpretação da dimensão cultural da cidade e do território</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Reflexão e debate sobre a cidade o território como documento no âmbito da História e da Historiografia: Dimensões culturais envolvendo a memória, o significado, o imaginário, a identidade, o uso e a apropriação. A cultura urbana da literatura ao cinema, da arquitetura à arte pública, da fotografia à videoarte investigada por meio de obras, projetos, discursos e ações.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ST4: Interlocução e diluição de fronteiras na constituição da cidade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Compreensão das fronteiras territoriais, políticas, sociais, econômicas, culturais como questões contemporâneas a partir de processos históricos e interposição de paradigmas: Mecanismos de investigação e colaboração inter, multi e transdisciplinares vis-à-vis à tradição disciplinar. Arquitetura e urbanismo das cidades pré-industriais às globais.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Calendário</strong></p>
<p style="text-align: justify;">20/10/2009 &#8211; Chamada de Trabalhos – (site no ar para divulgação)</p>
<p style="text-align: justify;">15/12/2009 &#8211; Abertura da página (site) para cadastro dos participantes e inscrição dos trabalhos</p>
<p style="text-align: justify;">30/03/2010 &#8211; Último dia para submissão dos trabalhos (comunicações, painéis e painéis de iniciação científica)</p>
<p style="text-align: justify;">30/04/2010 &#8211; Último dia para submissão de Sessão de Interlocução</p>
<p style="text-align: justify;">15/06/2010 &#8211; Divulgação dos trabalhos selecionados (comunicação, painéis e painéis de iniciação científica)</p>
<p style="text-align: justify;">30/06/2010 &#8211; Divulgação dos trabalhos de sessão de interlocução</p>
<p style="text-align: justify;">10/07/2010 &#8211; Prazo final para inscrição e pagamento da taxa de inscrição dos participantes que vão apresentar trabalhos.</p>
<p style="text-align: justify;">05/10/2010 &#8211; (terça-feira à noite) Abertura do XI SHCU</p>
<p style="text-align: justify;">06/10/2010 a 08/10/2010- (quarta, quinta e sexta-feira) – Mesas-Redondas pela manhã e Sessões Temáticas à tarde – Sessões de Interlocução no início da noite.</p>
<p style="text-align: justify;">09/10/2010 &#8211; Visitas e passeios (sábado). Itinerários e percursos urbanos, rurais e marítimos.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Inscrições</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De 01/12/2009 a 10/07/2010 &#8211; R$ 250,00 (professores e profissionais); R$ 50,00 (estudantes)</p>
<p style="text-align: justify;">A partir de 11/07/2010 até 30/09/2010 &#8211; R$ 300,00 (professores e profissionais); R$ 75,00 (estudantes)</p>
<p style="text-align: justify;">A partir de 01/10/2010 &#8211; R$ 400,00 (professores e profissionais); R$ 90,00 (estudantes)</p>
<p>Local: UFES Vitória ES Brasil</p>
<p><strong>Maiores informações</strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.prppg.ufes.br/xishcu/">www.prppg.ufes.br/xishcu/</a></li>
<li><a href="http://www.urbanismomg.ufjf.br/xishcu/" target="_blank">www.urbanismomg.ufjf.br/xishcu/</a></li>
<li>Email: <a href="mailto:xishcu@gmail.com">xishcu@gmail.com</a></li>
<li>Fone: (27) 3335 2024</li>
</ul>
<p><strong>Comissão Organizadora</strong></p>
<ul>
<li>José Francisco Bernardino Freitas (Presidente &#8211; PPGAU &#8211; UFES)</li>
<li>Aurélia Hermínia Castiglioni (PPGG-UFES)</li>
<li>Clara Luiza Miranda (PPGA – UFES e PPGAU – UFES)</li>
<li>Eneida Maria Souza Mendonça (PPGAU-UFES e PPGG-UFES)</li>
<li>Fabio Jose Martins de Lima (PPGH-UFJF)</li>
<li>Martha Machado Campos (PPGAU-UFES)</li>
<li>Milton Esteves Junior (PPGAU-UFES)</li>
<li>Teresa de Jesus Peixoto Faria (PPGPS &#8211; UENF)</li>
</ul>
<p><strong>Comissão Científica</strong></p>
<ul>
<li>Coordenação: Eneida Maria Souza Mendonça (UFES)</li>
</ul>
<p><strong>ST 1: Formação do urbanismo e constituição do pensamento urbanístico</strong></p>
<ul>
<li>Vera Lucia Ferreira Motta Rezende (UFF)</li>
<li>Eloisa Petti Pinheiro (UFBA)</li>
<li>João Farias Rovati (UFRGS)</li>
<li>Maria Lucia Caira Gitahy (USP &#8211; São Paulo)</li>
<li>Fabio Jose Martins de Lima (UFJF)</li>
</ul>
<p><strong>ST 2: Experimentação e prática no campo do urbanismo</strong></p>
<ul>
<li>Telma de Barros Correia (USP – São Carlos)</li>
<li>Doralice Sátyro Maia (UFPB)</li>
<li>Ivone Salgado (PUC &#8211; Campinas)</li>
<li>Marlice Nazareth Soares de Azevedo (UFF)</li>
<li>Carlos Teixeira de Campos Júnior (UFES)</li>
</ul>
<p><strong>ST 3: Representação e interpretação da dimensão cultural da cidade e do território</strong></p>
<ul>
<li>Jose Tavares Correia de Lira (USP &#8211; São Paulo)</li>
<li>Robert Moses Pechman (UFRJ)</li>
<li>Virginia Pitta Pontual (UFPE)</li>
<li>Cêça Guimaraens (UFRJ)</li>
<li>Simonne Teixeira (UENF)</li>
</ul>
<p><strong>ST 4: Interlocução e diluição de fronteiras na constituição da cidade</strong></p>
<ul>
<li>Lilian Fessler Vaz (UFRJ)</li>
<li>Renato Luiz Sobral Anelli (USP &#8211; São Carlos)</li>
<li>Roberto Luís de Melo Monte-Mór (UFMG)</li>
<li>Carlos Eduardo Dias Comas (UFRGS)</li>
<li>Martha Machado Campos (UFES)</li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.papodearquiteto.com/2010/01/01/xi-seminario-de-historia-da-cidade-e-do-urbanismo-a-construcao-da-cidade-e-do-urbanismo-ideias-tem-lugar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Villa Savoye em Poissy, França / Le Corbusier</title>
		<link>http://www.papodearquiteto.com/2009/12/26/villa-savoye-em-poissy-franca-le-corbusier/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=villa-savoye-em-poissy-franca-le-corbusier</link>
		<comments>http://www.papodearquiteto.com/2009/12/26/villa-savoye-em-poissy-franca-le-corbusier/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 17:18:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emanuel Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[- Obras Destacadas]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetos]]></category>
		<category><![CDATA[Habitação Unifamiliar]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria e História]]></category>
		<category><![CDATA[frança]]></category>
		<category><![CDATA[Le Corbusier]]></category>
		<category><![CDATA[savoye]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.papodearquiteto.com/?p=909</guid>
		<description><![CDATA[A Villa Savoye, maison Savoye ou simplesmente residência Savoye é uma casa projetada na França pelo arquiteto franco-suíço Le Corbusier em 1928, considerada um dos ícones maiores da arquitetura moderna no século XX. Forma com ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A <strong><em>Villa</em> Savoye</strong>, <strong><em>maison</em> Savoye</strong> ou simplesmente <strong>residência Savoye</strong> é uma casa projetada na França pelo arquiteto franco-suíço Le Corbusier em 1928, considerada um dos ícones maiores da arquitetura moderna no século XX. Forma com a residência Farnsworth (de Mies van der Rohe) e a Casa da Cascata (de Frank Lloyd Wright) uma tríade de residências paradigmáticas das diferentes tendências da arquitetura moderna que surgiam no início do século.</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_911" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2009/12/villa_savoie_il435.jpg"><img class="size-medium wp-image-911" title="villa_savoie_il435" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2009/12/villa_savoie_il435-400x300.jpg" alt="" width="350" height="262" /></a><p class="wp-caption-text">Fotografias por Isabelle Lomholt, Rebecca Breun, Axel Breun</p></div>
<p style="text-align: justify;">Nesse vídeo vimos de diversos pontos da casa o seu desenho arquitetônico,  uma composição moderna do arquiteto de Le Corbusier.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="400" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8072597&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=808080&amp;fullscreen=1" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="400" height="300" src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=8072597&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=0&amp;show_byline=0&amp;show_portrait=0&amp;color=808080&amp;fullscreen=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">A residência é responsável por influenciar o pensamento projetual de diversos arquitetos em todo o mundo devido à síntese que faz das idéias pregadas por seu autor com relação à nova arquitetura que sugeria para um século, que segundo o próprio, seria marcado pela máquina, pela razão e pelo progresso. Segundo Le Corbusier, a <em>casa é uma máquina de morar</em> e a Villa Savoye foi projetada seguindo tal idéia de forma plena.</p>
<p>Fontes:</p>
<ul>
<li><a title="vídeo em HD" href="http://vimeo.com/8072597">vimeo</a></li>
<li><a href="http://www.e-architect.co.uk/paris/villa_savoie_corbusier.htm">e-architect<br />
</a></li>
<li><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Villa_Savoye">wiki</a></li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.papodearquiteto.com/2009/12/26/villa-savoye-em-poissy-franca-le-corbusier/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Esboços por Frank Gehry [ Sketches Of Frank Gehry ]</title>
		<link>http://www.papodearquiteto.com/2009/08/04/esbocos-por-frank-gehry-sketches-of-frank-gehry/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=esbocos-por-frank-gehry-sketches-of-frank-gehry</link>
		<comments>http://www.papodearquiteto.com/2009/08/04/esbocos-por-frank-gehry-sketches-of-frank-gehry/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 14:16:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emanuel Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetos]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema e Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria e História]]></category>
		<category><![CDATA[sidney pollack]]></category>
		<category><![CDATA[sketches of frank gehry]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.papodearquiteto.com/?p=368</guid>
		<description><![CDATA[&#124; Esboços por Frank Gehry &#124; Sketches Of Frank Gehry 
Sketches Of Frank Gehry é um documentário de Sidney Pollack sobre o processo de trabalho do famoso arquitecto americano. O filme aborda o percurso de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_371" class="wp-caption alignright" style="width: 211px"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2009/08/sketchesoffrankgehry.jpg"><img class="size-full wp-image-371" title="sketchesoffrankgehry" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2009/08/sketchesoffrankgehry.jpg" alt="sketchesoffrankgehry" width="201" height="282" /></a><p class="wp-caption-text">| Esboços por Frank Gehry | Sketches Of Frank Gehry </p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sketches Of Frank Gehry</strong> é um documentário de <strong>Sidney Pollack</strong> sobre o processo de trabalho do famoso arquitecto americano. O filme aborda o <strong>percurso de concepção</strong> de algumas das suas obras, dos <strong>desenhos abstractos </strong>iniciais à obra acabada.</p>
<p style="text-align: justify;">Sem conhecer mais pormenores da abordagem de Pollack e da sua relevância, é pelo menos um projecto inédito na área da divulgação da arquitectura que poderá vir a ter bastante repercussão.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja parte do filme abaixo</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="350" height="288" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/UMEJYjWGHMY" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="350" height="288" src="http://www.youtube.com/v/UMEJYjWGHMY"></embed></object></p>
<p>Agradecimentos em especial pelo nosso usuário deste blog &#8220;César&#8221;, pela dica do vídeo. Participe você também deste blog nos enviando dicas para melhorar o conteúdo deste blog.</p>
<p style="text-align: justify;">
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.papodearquiteto.com/2009/08/04/esbocos-por-frank-gehry-sketches-of-frank-gehry/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Arquitetura de Campina Grande entre 1930-1950</title>
		<link>http://www.papodearquiteto.com/2009/07/06/arquitetura-campina-grande-entre-1930-1950/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=arquitetura-campina-grande-entre-1930-1950</link>
		<comments>http://www.papodearquiteto.com/2009/07/06/arquitetura-campina-grande-entre-1930-1950/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 02:27:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emanuel Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria e História]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[campina grande]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.papodearquiteto.com/?p=191</guid>
		<description><![CDATA[Quem te vê não te conhece mais: arquitetura e cidade de Campina Grande em transformação (1930-1950)
Este trabalho de dissertação do nosso amigo Marcus Vinicius Dantas de Queiroz, já está disponível para download, o trabalho estuda ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_193" class="wp-caption alignnone" style="width: 523px"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2009/07/capa_mvdq.png"><img class="size-full wp-image-193" title="capa_mvdq" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2009/07/capa_mvdq.png" alt="Quem te vê não te conhece mais: arquitetura e cidade de Campina Grande em transformação (1930-1950)" width="513" height="288" /></a><p class="wp-caption-text">Quem te vê não te conhece mais: arquitetura e cidade de Campina Grande em transformação (1930-1950)</p></div>
<p>Este trabalho de dissertação do nosso amigo <strong>Marcus Vinicius Dantas de Queiroz</strong>, já está disponível para <a title="trabalho de dissertação" href="http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/18/18142/tde-01122008-171846/"><strong>download</strong></a>, o trabalho estuda a arquitetura e a cidade de Campina Grande ao longo do período 1930-1950.</p>
<p>Estuda as transformações no urbano e na arquitetura da cidade de Campina Grande, interior do Estado da Paraíba, entre os anos de 1930 e 1950. A partir de levantamento de fontes primárias, investiga como discursos e práticas de circulação nacional e internacional aportaram, repercutiram e foram apropriados no município.</p>
<p>O intuito é compreender como as investidas do poder público e da iniciativa privada, alicerçadas nos debates médicos e técnicos da época, romperam com formas anteriores de produção e uso da cidade e do edifício, instaurando novas estéticas, sensibilidades e rotinas para circular, habitar e gerenciar as necessidades do corpo. Inicialmente, analisa a cidade à luz dos 1930, como se configuraram sua modernidade e suas formas, usos, edifícios e infra-estrutura ao longo do tempo.</p>
<p>Em seguida, estuda como os discursos e as práticas higienistas ordenaram o cotidiano e os espaços da cidade, redefinindo suas apropriações e paisagens. Por fim, examina as ações que adaptaram a arquitetura e a antiga estrutura urbana campinense a novos padrões estéticos e de circulação viária.</p>
<p>Sugestões e Críticas são bem-vindas.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/18/18142/tde-01122008-171846/"><strong>www.teses.usp.br</strong></a></p>
<p style="text-align: right;">Baixar arquivo: <a href="http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/18/18142/tde-01122008-171846/"><img class="alignnone size-full wp-image-196" title="down" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2009/07/down.png" alt="down" width="24" height="24" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.papodearquiteto.com/2009/07/06/arquitetura-campina-grande-entre-1930-1950/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

