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	<title>Papo de Arquiteto &#187; Publicações</title>
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	<description>Conteúdo e informação. Todo dia.</description>
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		<title>Papo de Arquiteto</title>
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	<itunes:summary>Conteúdo e informação. Todo dia.</itunes:summary>
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	<itunes:category text="Society &#38; Culture" />
	<itunes:author>Papo de Arquiteto</itunes:author>
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		<item>
		<title>Promoção Papo de Arquiteto e Editora Novatec &#8211; Google Sketchup Pro</title>
		<link>http://www.papodearquiteto.com/2011/01/09/promocao-papo-de-arquiteto-e-editora-novatec-google-sketchup-pro/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=promocao-papo-de-arquiteto-e-editora-novatec-google-sketchup-pro</link>
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		<pubDate>Sun, 09 Jan 2011 22:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emanuel Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Publicações]]></category>
		<category><![CDATA[Softwares]]></category>

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		<description><![CDATA[Novatec Editora &#38; Papo de Arquiteto - Comentário sorteado ganha livro de sketchup
NOVATEC EDITORA &#38; PAPO DE ARQUITETO ( 20% de desconto)
Olá pessoal do Papo de Arquiteto, no mês de Janeiro o Papo em parceria ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3611" class="wp-caption aligncenter" style="width: 520px"><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2011/01/Novatec-Editora.jpg"><img class="size-full wp-image-3611" title="Novatec Editora" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2011/01/Novatec-Editora.jpg" alt="" width="510" height="297" /></a><p class="wp-caption-text">Novatec Editora &amp; Papo de Arquiteto - Comentário sorteado ganha livro de sketchup</p></div>
<p><strong>NOVATEC EDITORA &amp; PAPO DE ARQUITETO ( 20% de desconto)</strong></p>
<p>Olá pessoal do Papo de Arquiteto, no mês de Janeiro o Papo em parceria com a Novatec Editora está proporcionando aos nossos visitantes 20% de desconto nos livros disponibilizados pela Editora em seu site <a title="Novatec Editora" href="http://www.novatec.com.br">www.novatec.com.br</a> válido em todo o site até o dia 31/12/11. Este código <strong>PapoDeArquiteto123</strong> deve ser informado no carrinho de compras para ganhar este desconto.</p>
<p><strong> LIVRO SKETCHUP PRO APLICADO AO PROJETO ARQUITETÔNICO (sorteio)</strong></p>
<p>Será sorteado o livro Sketchup Pro Aplicado ao Projeto Arquitetônico entre os usuários ativos neste post utilizando os comentários para o seu cadastro e numeração, cada comentário terá um número e será sorteado dia 30 de Janeiro de 2011.</p>
<p>Para saber um pouco mais sobre o livro veja o release abaixo.</p>
<table cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td align="left" valign="top"><strong>Domine o Google SketchUp Pro e construa projetos de uma   forma mais rápida, profissional e produtiva</strong></p>
<div id="attachment_3612" class="wp-caption aligncenter" style="width: 482px"><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2011/01/NOVATEC-SKETCHUP-PRO-Capa.jpg"><img class="size-full wp-image-3612" title="NOVATEC SKETCHUP PRO - Capa" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2011/01/NOVATEC-SKETCHUP-PRO-Capa.jpg" alt="" width="472" height="640" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do Livro</p></div>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O Google   SketchUp, que já está na 8ª versão, tem se mostrado uma ferramenta acessível,   eficiente e fácil de ser usada em diversas áreas nos setores de arquitetura,   design e construção civil. <strong><em>Google SketchUp Pro</em></strong> aborda o   programa e seus conceitos de maneira prática por meio da confecção, passo a   passo, de um pequeno projeto residencial, desde os desenhos de criação,   passando pelas perspectivas de apresentação até os desenhos de plantas,   cortes e fachadas.</p>
<p><strong><em>Google SketchUp Pro</em></strong> mostra   também como o modelo tridimensional e os desenhos contidos em pranchas podem   ficar integrados, melhorando o resultado.</p>
<p>Destinado a   arquitetos, engenheiros civis, técnicos em edificações, desenhistas e   estudantes destas áreas, <strong><em>Google SketchUp Pro</em></strong> ensina   técnicas que maximizam a produção gráfica e resolvem questões projetuais e de   canteiros de obras.</p>
<p>Dados do livro:</p>
<p>Título: <strong><em>Google SketchUp Pro Aplicado </em></strong></p>
<p><strong><em>ao Projeto Arquitetônico</em></strong></p>
<p>Autor: Marcos Bandeira de   Oliveira</p>
<p>ISBN: 978-85-7522-239-3</p>
<p>Páginas: 208</p>
<p>Ano: 2010</p>
<p>Valor: R$ 49,00</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Contato com a imprensa</strong></p>
<p><strong>Mariana Prates</strong></p>
<p><a href="mailto:Mariana.prates@novatec.com.br">Mariana.prates@novatec.com.br</a></p>
<p>Tel (11) 2976-8773</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><a href="http://www.twitter.com/novateceditora">www.twitter.com/novateceditora</a></p>
<p><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/09/artigo_patrocinado_pda.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-2404" title="artigo_patrocinado_pda" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/09/artigo_patrocinado_pda.png" alt="" width="392" height="70" /></a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Centro de Pesquisa e História da Mulher</title>
		<link>http://www.papodearquiteto.com/2010/08/31/centro-de-pesquisa-e-historia-da-mulher/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=centro-de-pesquisa-e-historia-da-mulher</link>
		<comments>http://www.papodearquiteto.com/2010/08/31/centro-de-pesquisa-e-historia-da-mulher/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 02:41:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emanuel Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[- Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[- Obras Destacadas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Papo de Arquiteto]]></category>
		<category><![CDATA[Publicações]]></category>

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		<description><![CDATA[Ficha Técnica:
Projeto Arquitetônico: Juliana Aguiar
Data do projeto: Julho de 2009
Área Construída: 5023m²
Local da Obra: Salvador/BA
http://www.urbanrecycle.com.br
Autora: Juliana Meira de Araújo Aguiar
Orientador: Leandro S. Cruz
Co-orientador: Marcio Correia Campos

Projeto do Centro de Pesquisa e História da mulher será ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ficha Técnica:<br />
Projeto Arquitetônico: <strong>Juliana Aguiar</strong><br />
Data do projeto: <strong>Julho de 2009</strong><br />
Área Construída: <strong>5023m</strong>²<br />
Local da Obra: <strong>Salvador/BA</strong><a href="http://www.urbanrecycle.com.br/"><br />
<strong>http://www.urbanrecycle.com.br</strong></a></p>
<p><strong>Autora:</strong> Juliana Meira de Araújo Aguiar</p>
<p><strong>Orientador</strong>: Leandro S. Cruz<br />
<strong>Co-orientador</strong>: Marcio Correia Campos</p>
<p><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/08/01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2369" title="01" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/08/01.jpg" alt="" width="534" height="190" /></a></p>
<p>Projeto do Centro de Pesquisa e História da mulher será um lugar de estudos e pesquisas sobre o comportamento e história do gênero feminino buscando a sua importância junto à sociedade e todas as conquistas obtidas no século XX em todos os aspectos políticos, culturais, econômicos e sociais, positivos ou negativos, que estão em permanente processo de construção, principalmente quando refere-se às classes menos favorecidas (em micro escala) e países subdesenvolvidos (em macro escala) onde esse quadro é de total atraso e mudanças só acontecem a muitas penas. Mas o CPHM ( Centro de Pesquisa e História da Mulher) além de ser um espaço de pesquisa e estudos, como um importante meio de comunicação não tem a pretensão de se colocar somente nessa posição de passividade. Ele não será um lugar fechado em si próprio, possibilitando aos diversos públicos, principalmente ao feminino, experiências sensíveis através tanto dos estudos sobre a história como serviços, comércio e atividades culturais às pessoas disponibilizando comunicação e entretenimento e participação fisicamente do seu público e da sociedade em que está inserido. Ele está localizado no Centro Histórico de Salvador, em uma  área urbana  de valor histórico &#8211; cultural que apesar de todos os processos  de abandono e degradação que sofreu e ainda sofre, consegue se manter como uma das áreas mais dinâmicas da cidade sendo um local de trabalho, produção e diversão.</p>
<p><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/08/02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2370" title="02" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/08/02.jpg" alt="" width="535" height="324" /></a></p>
<p><strong>Sobre o Terreno</strong></p>
<p>O Centro Histórico de Salvador é dividido em quatro sub-regiões, são elas: São Bento/Barroquinha; Misericórdia/Castro alves; Pelourinho/Sé; Santo antônio/Carmo.</p>
<p>A sub-região de São Bento &#8211; Barroquinha é um bairro tradicionalmente residencial, mas que vem sendo ocupado por comércio e serviços que aumentam a cada dia, alterando assim suas características identitárias. O terminal de ônibus situado na barroquinha aumenta o trânsito de pessoas de diversas partes da cidade contribuindo para o aumentos desses pequenos comércios e serviços no bairro.</p>
<p>O terreno escolhido para a intervenção se localiza ao lado do Mosteiro de São Bento no Largo de São Bento em uma esquina delimitada pela Ladeira das Hortas e a Rua Visconde de ouro Preto. A área é na verdade composta de três terrenos pertencentes ao mesmo dono dos quais um deles possui uma edificação antiga. Os outros dois possuíam casas que foram destruídas por incêndio e hoje servem de estacionamento.</p>
<p>O edifício existente trata-se do Hotel São Bento que nada tem a ver com o Mosteiro além do nome. O hotel não é tombado e não possui valor arquitetônico. Ele possui mais ou menos 200 anos e ao longo desse tempo sofreu pelo menos quatro grandes modificações. Inicialmente constituia de apenas dois pavimentos, um subsolo e outro térreo, e mais tarde acrescentado mais dois pavimentos em diferentes épocas inclusive modificações em sua fachada. Antes de se chamar São Bento ele era chamado de Hotel Bela Vista, nome esse por conta da visualização para a Baía de Todos os Santos através de quase todas as suas fachadas. Contudo com a construção de edifícios altos em seu entorno essa “bela vista” vislumbrada pelos hóspedes do hotel foi perdida e junto com ela o seu nome, que foi trocado por Hotel São Bento. Tratava-se de um hotel popular, o mais antigo da Bahia e o de maior capacidade de hóspedes durante muito tempo. Com a morte do antigo proprietário &#8211; pai do atual dono &#8211; o hotel continuou funcionando administrado pelos próprios funcionários e logo entrou em processo de abadono e descaso, fechando suas portas definitivamente. Está há 13 anos desativado. Hoje o hotel está bastante destruído com muitos ambientes completamente sem pisos ou lajes.</p>
<p><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/08/03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2371" title="03" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/08/03.jpg" alt="" width="534" height="221" /></a><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/08/04.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2374" title="04" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/08/04.jpg" alt="" width="531" height="185" /></a></p>
<p><strong>Elementos Conceituais</strong></p>
<p><strong>A Década de 60</strong></p>
<p>Foi um a época de um a grande revolução comportamental com o surgimento de movimentos feministas, a favor dos negros e homossexuais. A libertação das mulheres ganhou força nesse período com a descoberta da pílula pílula, revolução no mundo da moda, imprensa feminista, o cinem a de mulher e estudos sobre o gênero enquanto área de conhecimento. Analizando as expressões artísticas dessa época, foram retirados elementos para conceber o projeto, principalmente da op art.</p>
<p><strong>Personagem &#8211; A Mulher de roxo</strong></p>
<p>Quem viveu em salvador nos anos 1970, acostumou-se a ver uma senhora vagando pelas ruas do centro histórico, quase sempre vestida com roupas longas de cor roxa, mantas compridas, um grande crucifixo e uma Bíblia na mão. Sua vestimenta, seus acessórios e o modo como ficava nas ruas &#8211; sentada, sem conversar ou pedir esmola &#8211; suscitava a imaginação dos transeuntes. Sempre ficava próxima à loja Slopper, magazine localizada na Rua Chile. Era um mito popular. Alguns afirmavam que ela se chamava Doralice, outra florinda. Estória sobre sua vida e o porquê daquela mulher viver nas ruas podem ser encontradas em livros, contos publicados em jornais e até em vídeo. A história mais fundamentada diz que a mulher de roxo “apareceu nos anos 1960 na “zona” do Pelourinho, na casa de núm,ero 6 da rua Gregório de Mattos, em um bordel conhecido como Buraco doce. Ela era uma mulher muito bonita, tinha cabelos negros longos, vestidos caros e jóias” (FÉLIX, 1995, p101). Depois é que passou a morar nas ruas. Ora ela perambulava vestida de noiva, com buquê, véu e grinalda. Daí surgiram diversas lendas para explicar a exentricidade dessa mulher: que havia sido abadonada no altar, ou que era uma ex-freira expulsa do convento por causa de um namorado, ou ainda que tinha um filho que a rejeitava, ou que havia sido muito rica, que era professora, e por tudo ou nada disso, havia enlouquecido. De certo nada se sabe a respeito dessa personalidade marcante no CHS.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/08/05.jpg"></a><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/08/06.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2376" title="Perspectiva Interna 02" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/08/06.jpg" alt="Perspectiva Interna 02" width="534" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/08/07.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2377" title="Plantas do Predio 1 e Predio 2" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/08/07.jpg" alt="Plantas do Predio 1 e Predio 2" width="534" height="311" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/08/08.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2373" title="Seções do Predio 1 e Predio 2 (Respectivamente), Detalhe da Placa de Aluminio Composto e Perspectiva do Predio 2" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/08/08.jpg" alt="Seções do Predio 1 e Predio 2 (Respectivamente), Detalhe da Placa de Aluminio Composto e Perspectiva do Predio 2" width="534" height="345" /></a></p>
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		</item>
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		<title>3º do_co,mo.mo_ &#8211; Norte Nordeste &#8211; João Pessoa/PB</title>
		<link>http://www.papodearquiteto.com/2010/05/23/3%c2%ba-do_como-mo_-norte-nordeste-joao-pessoapb/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=3%25c2%25ba-do_como-mo_-norte-nordeste-joao-pessoapb</link>
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		<pubDate>Sun, 23 May 2010 16:10:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emanuel Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Publicações]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria e História]]></category>
		<category><![CDATA[Universidades]]></category>

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		<description><![CDATA[
João Pessoa, 26, 27, 28 e 29 de maio de 2010
Local: Cidade Universitária, UFPB
MORTE e VIDA SEVERINAS:
Das Ressurreições e conservações (im) possíveis do patrimônio moderno no  NORTE E NORDESTE DO BRASIL
O Núcleo DOCOMOMO/PB e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/05/docomomo_norte_nordeste_joao_pessoa_paraiba.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2190" title="docomomo_norte_nordeste_joao_pessoa_paraiba" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/05/docomomo_norte_nordeste_joao_pessoa_paraiba.png" alt="" width="500" height="51" /></a></p>
<p>João Pessoa, 26, 27, 28 e 29 de maio de 2010<br />
Local: Cidade Universitária, UFPB</p>
<h5>MORTE e VIDA SEVERINAS:<br />
Das Ressurreições e conservações (im) possíveis do patrimônio moderno no  NORTE E NORDESTE DO BRASIL</h5>
<p>O Núcleo DOCOMOMO/PB e o Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e  Urbanismo do Centro de Tecnologia da Universidade Federal da Paraíba  convidam a todos envolvidos com o estudo, reconhecimento, preservação,  intervenção e valorização da produção arquitetônica, urbanística e  paisagística modernas no Brasil a participar do 3º. Seminário DOCOMOMO  Norte-Nordeste. ( <strong><a title="http://www.docomomonortenordeste.com.br/" href="http://www.docomomonortenordeste.com.br/" target="_blank">+ informações</a></strong> )</p>
<h3>Programação do DOCOMOMO</h3>
<div id="attachment_2189" class="wp-caption alignnone" style="width: 370px"><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/05/docomomo_BANNER_PROGRAMACAO.gif"><img class="size-large wp-image-2189" title="Banner de Programação do 3º do_co,mo.mo_" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/05/docomomo_BANNER_PROGRAMACAO-360x450.gif" alt="Banner de Programação do 3º do_co,mo.mo_" width="360" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar</p></div>
<p>Trabalhos Aceitos</p>
<h2>Artigos aceitos para apresentação nas Sessões Temáticas</h2>
<ol>
<li class="l1"><strong>Adriana Almeida</strong> &#8211; Difusão da Arquitetura Moderna em Campina Grande-PB:    necessidades e desafios para preservação de um patrimônio ameaçado</li>
<li><strong>Aline de Figueirôa, Adelaide Santos, Dayanne Alves, Gibson    de Souza e Jéssica Jorge</strong> &#8211; Comunicação, diversão e oração:    Documentação e conservação do acervo Art Déco no interior de Pernambuco</li>
<li class="l1"><strong>Barbara Aguiar, Márcia Reis, Alcione Sarkis Simão, Daniel    Moreira, Marília Vale, Pricylla Girão, Rafael Aycinena, Raul Monterroso,    Rodrigo Lucas, Silvia Roveroni, Sonia Fuentes, Sérgio Santos</strong> &#8211; Conservação    da Arquitetura Moderna: Plano de Conservação e de Reuso para o Instituto de    Micologia da UFPE</li>
<li><strong>Berthilde Moura</strong> &#8211; Decrépitos espaços de    fantasias &#8211; a memória dos clubes sociais da cidade de João Pessoa</li>
<li class="l1"><strong>Carolina Chaves</strong> &#8211; Aportes para investigação do processo de difusão da    arquitetura moderna na João Pessoa da segunda metade do século XX</li>
<li><strong>Carolina Chaves </strong>- As experiências do morar moderno em João Pessoa entre    1950/1970</li>
<li class="l1"><strong>Cecília Almeida</strong> &#8211; A arquitetura, a trama e o Parque: um olhar transversal no processo de    modernização da cidade de João Pessoa</li>
<li><strong>Cecília dos Santos e Ruth Verde Zein</strong> &#8211; Considerações    sobre a impossibilidade de sonhar diante de ruínas recentes</li>
<li class="l1"><strong>Dayse Martins, Jussara Bióca e Terezinha Monteiro</strong> &#8211; Paisagem moderna, paisagem    histórica?</li>
<li><strong>Eneida de Almeida e Kátia Teixeira </strong>- Lina Bo Bardi em Salvador: um    diálogo de tempos</li>
<li class="l1"><strong>Felipe Crispim e Emanuel Souto</strong> &#8211; Arquitetura moderna,    verticalização e novas formas de habitar a cidade: Campina Grande (PB)    1955-1970</li>
<li><strong>Flaviana Lira</strong> &#8211; As recomendações internacionais e a arquitetura    moderna: limitações e possibilidades de aplicação nas ações de conservação e    restauração</li>
<li class="l1"><strong>Germana Rocha e Sandro Cabral</strong> &#8211; Bernardes e Campelo: Expressão    Tectônica de Duas Gerações Modernistas em João Pessoa</li>
<li><strong>Giovanni Sarquis</strong> &#8211; Arquitetura moderna em Belém    (1964-2005): significado(s) de uma trajetória de projeto</li>
<li class="l1"><strong>Juliano Carvalho e Adriana Almeida</strong> &#8211; Augusto Reynaldo, introdutor e    difusor da arquitetura residencial moderna em Campina Grande</li>
<li><strong>Luiza Lima, Angela    Ferreira e Caliane de Almeida</strong> &#8211; Conjunto Residencial Nova Tirol: Novas perspectivas (modernas) para a habitação em Natal-RN nos anos    1950</li>
<li class="l1"><strong>Madalena Matos e Tânia    Ramos</strong> &#8211; Presenças e Projectos de Simões de Carvalho    em Portugal, em Angola e no Brasil</li>
<li><strong>Magda Campelo</strong> &#8211; Campi Universitários do Nordeste: Memórias    de um Modelo Espacial</li>
<li class="l1"><strong>Marcus Queiroz</strong> &#8211; Estilo moderno, feição moderna e tipo moderno:    arquiteturas da modernidade. Campina Grande 1930/1950</li>
<li><strong>Maria Reynaldo e Amélia Reynaldo</strong> &#8211; Para exemplares de uma    arquitetura antiga, uma análise especial, para a moderna, a lei</li>
<li class="l1"><strong>Marizo Pereira, Maisa Veloso e Natália Miranda</strong> &#8211; Crônica    de uma Morte Anunciada. Arquitetura moderna em Natal x Copa de 2014</li>
<li><strong>Patrícia    Alonso, Marco Coutinho e Wylnna Vidal</strong> &#8211; Expansão no Campus de João    Pessoa da Universidade Federal da Paraíba: Entre o diálogo e a alienação</li>
<li class="l1"><strong>Paula de Paoli</strong> &#8211; Uma história do tempo presente: os tombamentos da    arquitetura moderna pelo IPHAN (1947-2007)</li>
<li><strong>Paulo Nobre</strong> &#8211; Jardins Severinos, os projetos de Burle    Marx para Natal</li>
<li class="l1"><strong>Priscila Gonçalves e Marco Aurélio Gomes</strong> &#8211; Sobre os limites da preservação    do patrimônio moderno: duas polêmicas recentes em Salvador, BA</li>
<li><strong>Renata Cabral </strong>- O IPHAN entre Ecletismo e Modernismo no Edifício    Luciano Costa</li>
<li class="l1"><strong>Ricardo Araújo</strong> &#8211; Arquitetura Residencial em João      Pessoa. A experiência moderna nos anos    1970</li>
<li><strong>Roberta Xavier</strong> &#8211; Casas da Orla Marítima de João Pessoa. Um olhar sobre a    Arquitetura Moderna 1960/1974</li>
</ol>
<h2>Artigos aceitos para publicação</h2>
<ol>
<li class="l1"><strong>Adriana Capretz</strong> &#8211; A situação agonizante dos    exemplares modernos que integram as Unidades Especiais de Preservação (UEPs)    em Maceió: do desconhecimento à descaracterização</li>
<li><strong>Amanda Case e Fernando Diniz</strong> &#8211; Monumentalidade e Tectônica no Fórum    de Teresina de Acácio Gil Borsoi</li>
<li class="l1"><strong>Amélia Reynaldo </strong>- A sinfonia em dois tempos composta pelos mestres    modernos</li>
<li><strong>Ana Vaz Milheiro e Jorge Figueira</strong> &#8211; Moderno    colonial. Património escolar em Angola construído durante o Estado-Novo    português</li>
<li class="l1"><strong>Bárbara Aguiar</strong> &#8211; Conservação da Arquitetura Moderna: Plano    de conservação para o edifício sede da Companhia Elétrica de Pernambuco</li>
<li><strong>Celina Borges e Suellen dos Santos </strong>- Os    arquitetos Sylvio de Vasconcellos e Delfim Amorim &#8211; Aproximações e distinções    sobre o conceito do morar moderno</li>
<li class="l1"><strong>Eloane Cantuária, José de Vasconcelos, Fátima Pelaes</strong> &#8211; Em Busca da    Identidade Urbana: o legado do movimento moderno na cidade de Macapá-AP</li>
<li><strong>Fernanda Farias</strong> &#8211; A produção Art Déco e as transformações na    arquitetura de João Pessoa com o advento da “modernidade”</li>
<li class="l1"><strong>Francisco Sales</strong> &#8211; Modernização estatal e modernidade arquitetônica na    Paraíba através da Diretoria de Viação e Obras Públicas (DVOP)</li>
<li><strong>José Almir Farias</strong> &#8211; Do Centro Cívico ao Centro Nômade. Sobre o Significado    Moderno da Centralidade como Espaço da Representação Política</li>
<li class="l1"><strong>Mércia Rocha</strong> &#8211; Contribuições para a Preservação do    Patrimônio Moderno</li>
<li><strong>Michelle Schneider e Ruth Verde</strong> &#8211; Arquitetos Migrantes: o caso do    Centro de Exposições do Estado de Pernambuco 1977</li>
<li class="l1"><strong>Patrícia Carneiro, Ana Rita Sá, Júlia Machado e Manfredo    Porto</strong> &#8211; Arquitetura    moderna com jardim de Burle Marx no Nordeste</li>
<li><strong>Pricylla    Girão</strong> &#8211; Sede da Chesf em Salvador:    Desafios da Conservação da Arquitetura Moderna</li>
</ol>
<h2>Painéis aceitos para apresentação contínua</h2>
<ol>
<li class="l1"><strong>Adriana Capretz Manhas    e Max Giacheto Manhas</strong> &#8211; Da inovação ao abandono: o caso do conjunto do Centro    Educacional de Pesquisa Aplicada (CEPA) em Maceió</li>
<li><strong>Adriana Freire</strong> &#8211; Fechamentos na arquitetura moderna de Recife: mudanças na    transição entre interior e exterior</li>
<li class="l1"><strong>Alessandra Soares, Caroline Cevada, Luína Dantas,  Luísa Costa e Marcela Dimenstein</strong> &#8211; Análise de Edifício Moderno: Sede da Antiga  Reitoria da UFPB, um projeto de Stuckert Fialho</li>
<li><strong>Alexandre Castro, Jacqueline Gouveia, Flávia Gonçalves e    Robson Custódio</strong> &#8211; Do    Moderno ao esquecimento: O Edifício Manoel Pires</li>
<li class="l1"><strong>Amélia Panet e Telma de Barros Correia</strong> &#8211; Expressões do moderno na    arquitetura das décadas de 1930 e 1940: o caso de Rio Tinto</li>
<li><strong>Ana Lucia Silveira</strong> &#8211; Arquitetura Escolar Moderna em Teresina: Uma  Analise dos Primeiros Edifícios</li>
<li class="l1"><strong>Ana Paula Campos Gurgel</strong> &#8211; O Crato    também quis ser moderno! Interpretações populares dos pressupostos    modernistas no interior do Ceará</li>
<li><strong>Ana Rosa Chagas Cavalcanti</strong> &#8211; Lembranças/ fluxo/ resistências. Analise perceptiva das    ruínas do Cine Ideal em Maceió</li>
<li class="l1"><strong>Bertrand Martins, Thaís Araújo e Camila Aranha &#8211; </strong> Passado, presente e futuro do edifício sede da Previdência Social</li>
<li><strong>Camilla Carneiro, Juliana Peçanha e Maria Andreína    Fernandes</strong> &#8211; Clube Astréa, um    híbrido “mal-amanhado”</li>
<li class="l1"><strong>Carolina Brasileiro</strong> &#8211; A ruína moderna como objeto de requalificação: o caso do    edifício 13 de Maio</li>
<li><strong>Caroline Muñoz Cevada e Andrei de Ferrer</strong> &#8211; Registro e Levantamento de    Residência Moderna na cidade de João Pessoa &#8211; PB</li>
<li class="l1"><strong>Celma Chaves, Gleicyane Viana, Paula Abreu e Samia  Salim -</strong> Referências Modernas  na Arquitetura Residencial em Belém (1940-1960) e suas Transformações Recentes</li>
<li><strong>Clovis Jucá, Ricardo    Fernandes, José Clewton do Nascimento, Margarida Andrade, Beatriz Diógenes e    Romeu Duarte Junior</strong> &#8211; O    Modernismo Cearense: A Universidade Federal do Ceará (UFC) e a cidade de    Fortaleza.</li>
<li class="l1"><strong>Denise Alves de Lemos, Marina Goldfarb e Raissa Monteiro</strong> &#8211; Análise de um edifício moderno em João Pessoa: Edifício Santa Rita</li>
<li><strong>Denise Dieb e Marília    Dieb</strong> &#8211; Entre <em>vida</em> e<em> morte</em> a ‘luz’: O    farol do Cabo Branco e a perpetuidade de um marco moderno.</li>
<li class="l1"><strong>Eduardo Lucas</strong> &#8211; Museu de Arte Assis Chateaubriand.    Campina Grande, Paraíba</li>
<li><strong>Elaine de A. Medeiros,    Josemary Ferrare e Myllena Azevedo</strong> &#8211; <strong>Identificando    marcos modernistas </strong>na fachada litorânea de Maceió &#8211; do Jaraguá ao Pontal da Barra.</li>
<li class="l1"><strong>Eliana Lima Costa e Maiara Dutra</strong> &#8211; Aeroporto Castro Pinto, uma obra    moderna desaparecida</li>
<li><strong>Eloane Cantuária, José    de Vasconcelos, Fátima Pelaes, Ana Maria Freitas, Eloá de Carvalho, Jaqueline    Brito e Suellen Braga</strong> &#8211; Inventário    de Conhecimento dos Bens Imóveis da Cidade de Macapá-AP: entre a cidade colonial    e modernista</li>
<li class="l1"><strong>Erika Diniz </strong>- Inventário    da Arquitetura Moderna da Paraíba (1930-1980): Documentar para Preservar.</li>
<li><strong>Erika Diniz e Vanessa Paiva </strong>- Banco da Lavoura de Minas Gerais    e Álvaro Vital Brazil: Uma contribuição paraibana para Arquitetura Moderna</li>
<li class="l1"><strong>Fúlvio Teixeira</strong> &#8211; Novas Residências, Nova Visão Urbana: A difusão das    moradias modernas em João Pessoa</li>
<li><strong>Geovana Rocha -</strong> Proteção do patrimônio e preservação da  história arquitetônica modernista do Estado do Piauí: estudo de caso</li>
<li class="l1"><strong>Josemary Ferrare</strong> &#8211; Inventariando três discursos modernizadores expressos em    “antigas” Faculdades no Centro de Maceió*</li>
<li><strong>Juliana Peçanha e Marina Goldfarb</strong> &#8211; Registro de Arquitetura Moderna: O    Edifício Sede do IPASE</li>
<li class="l1"><strong>Kaline Guedes e Ana Laura Brito</strong> &#8211; “Inovação” e Impacto na Paisagem Paraibana: O Caso    do Espaço Cultural José Lins do Rego</li>
<li><strong>Laura Alecrim</strong> &#8211; A Usina Higienizadora de Leite do Recife: vida e óbito do    patrimônio moderno</li>
<li class="l1"><strong>Lia Tavares</strong> &#8211; E    agora José?</li>
<li><strong>Lívia Macedo e Ana Negreiros -</strong> Assembléia Legislativa do Estado do Piauí.  Acácio Gil Borsoi, 1984</li>
<li class="l1"><strong>Lívia Roque e Amanda Gomes</strong> &#8211; Levantamento arquitetônico de obra moderna em João Pessoa</li>
<li><strong>Magda Campelo, Cibele Taralli e Waldete Freitas</strong> &#8211; Gênese e Sobrevida de um Edifício    Moderno: O caso da Maternidade Popular Escola de Fortaleza</li>
<li class="l1"><strong>Manuela Farias Castro -</strong> A  modernidade arquitetônica do Monumento aos heróis do Jenipapo. Raul de Lagos  Cirne. Campo Maior. Piauí. 1973</li>
<li><strong>Marcela Dimenstein e  Alessandra Soares</strong> &#8211; Registros de Arquitetura Moderna</li>
<li class="l1"><strong>Marília Muniz e Fernando Diniz</strong> &#8211; Continuidade e Mudança na    Arquitetura Residencial Moderna no Nordeste: O Escritório Arquitetura 4    (1973-1995)</li>
<li><strong>Marina Goldfarb de Oliveira &#8211; </strong>A Presença do Art Nouveau na Rua das  Trincheiras</li>
<li class="l1"><strong>Marluce Venâncio e Christiana Santos</strong> &#8211; Atravessar os rios rumo à nova    capital. A parte que nos cabe do urbanismo modernista?</li>
<li><strong>Maryá de Sousa Aldrigue</strong> &#8211; Análise Projetual, um Estudo    Comparativo. Continuidades e rupturas em projetos residenciais unifamiliares    de João Pessoa</li>
<li class="l1"><strong>Moema Oliveira -</strong> O design do Mobiliário Moderno Brasileiro sob a  Ótica Tectônica</li>
<li><strong> Nelcia Beatriz Fortes, Henrique Gomes do Carmo, Lara Eulálio e Arianna Hidd</strong> &#8211; A influência da Escola do Recife na produção residencial    arquitetônica do arquiteto Ricardo Roque em Teresina</li>
<li class="l1"><strong>Oscar Ferreira e Wandy Carvalho</strong> &#8211; Edifício João Goulart &#8211; A Presença    do Patrimônio Moderno no Centro Histórico de São Luís</li>
<li><strong>Patrícia Cruz e Elaine de Souza</strong> &#8211; Registro de Arquitetura Moderna:    Restaurante e Centro de Vivência da UFPB</li>
<li class="l1"><strong>Paula Dieb Martins e Marina Goldfarb</strong> &#8211; Casa moderna na orla de João    Pessoa/PB: Residência Gilson Espínola Guedes</li>
<li><strong>Paula Nichel e Fernando Diniz -</strong> A Arquitetura Residencial em Altura do  Escritório Borsoi Arquitetos Associados, 1967/1979.</li>
<li class="l1"><strong>Pautília Cavalcanti e Sarah Brandeburski </strong>- Residência Ângela Miranda</li>
<li><strong>Raissa Monteiro e Denise Lemos</strong> &#8211; Arquitetura Moderna na Orla    Marítima de João Pessoa: Residência Major Adolfo Lira Fernandes</li>
<li class="l1"><strong>Robson Xavier</strong> &#8211; Expografia    moderna e contemporânea: diálogos entre Arte e Arquitetura</li>
<li><strong>Rodrigo Nascimento e Edja Trigueiro</strong> &#8211; Vida, Morte e Fênix: Identificando    permanências, fragmentos e influências do modernismo em Natal, RN</li>
<li class="l1"><strong>Roseline Oliveira e Maria Angélica da Silva </strong>- “Eu queria sair do antigo, não    sabia como”: Maceió e a Modernidade</li>
<li><strong>Rui Rocha</strong> &#8211; Quando o arquiteto é o cliente</li>
<li class="l1"><strong>Sarah Brandeburski e Fernanda Farias</strong> &#8211; Residência Cassiano Ribeiro    Coutinho</li>
<li><strong>Tamires Cabral -</strong> Arquitetura moderna</li>
<li class="l1"><strong>Thaíse Gambarra e Thais Carvalho</strong> &#8211; Residência Antônio Diniz    Magalhães. Um Registro de Arquitetura Moderna.</li>
<li><strong>Vanine Borges Amaral</strong> &#8211; Expressões arquitetônicas de modernidade em Maceió: uma    perspectiva de preservação.</li>
</ol>
<p>Organização</p>
<h3>Comissão Científica:</h3>
<p>Ana Carolina Bierrenbach (UFBA)<br />
Ana Rita Sá Carneiro (UFPE)<br />
Anna Beatriz Ayrosa Galvão (IPHAN/SP)<br />
Carlos Eduardo Dias Comas (UFRGS)<br />
Edja Trigueiro (UFRN)<br />
Fernando Diniz Moreira (UFPE)<br />
Guilah Naslavsky (UFPB)<br />
Luiz Amorim (UFPE)<br />
Nelci Tinem (UFPB)<br />
Sonia Marques (UFRN)</p>
<h3>Realização:</h3>
<p>UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA<br />
DOCOMOMO Brasil/DOCOMOMO Núcleo Paraíba</p>
<h3>Comissão Organizadora:</h3>
<p>Guilah Naslavsky (UFPB) – Coordenação geral<br />
Fabiano Rocha (UNIJPÊ)<br />
Fúlvio Teixeira (UFCG)<br />
Kaline Guedes (UFPB)<br />
Nelci Tinem (UFPB)<br />
Marcele Trigueiro (UFCG)<br />
Marcus Vinícius Queiroz (FACISA)<br />
Maria Berthilde (UFPB)<br />
Mércia Rocha (UFPB)<br />
Ricardo Araújo (UFRN)<br />
Robson Xavier (UFPB)<br />
Rui Rocha Júnior (UFPB)<br />
Sonia Marques (UFRN)<br />
Wylnna Vidal (PMJP)</p>
<h3>Apoio:</h3>
<p>www.vitruvius.com.br &#8211; universo paralelo de arquitetura e urbanismo<br />
CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico<br />
CAPES – Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior<br />
PMJP &#8211; Prefeitura Municipal de João Pessoa<br />
FACISA &#8211; Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas</p>
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		<title>Colagem sobre MDF, Arte e Sustentabilidade em favor da reciclagem</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 03:36:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emanuel Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Papo de Arquiteto]]></category>
		<category><![CDATA[Publicações]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria e História]]></category>
		<category><![CDATA[mdf]]></category>
		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[Silvio Alvarez]]></category>

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Artista plástico, autodidata, natural de São Paulo, vivo exclusivamente da arte da colagem. Descobri a técnica por acaso, há 20 anos, ao precisar externar meus sentimentos em uma crise emocional das bravas.
Hoje comercializo meus ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<p>Artista plástico, autodidata, natural de São Paulo, vivo exclusivamente da arte da colagem. Descobri a técnica por acaso, há 20 anos, ao precisar externar meus sentimentos em uma crise emocional das bravas.</p>
<p>Hoje comercializo meus quadros, desenvolvo projetos e consultoria para empresas na área de sustentabilidade, ministro workshops para profissionais das áreas de educação, recursos humanos, arteterapia, entre outras, e para o público em geral.</p>
<div id="attachment_1495" class="wp-caption alignnone" style="width: 507px"><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/02/OriginalJovemArlequim.jpg"><img class="size-medium wp-image-1495" title=" Foto: O Jovem Arlequim – colagem sobre MDF – 40 x 25 cm – 2009 " src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/02/OriginalJovemArlequim-497x300.jpg" alt=" Foto: O Jovem Arlequim – colagem sobre MDF – 40 x 25 cm – 2009 " width="497" height="300" /></a><p class="wp-caption-text"> Foto: O Jovem Arlequim – colagem sobre MDF – 40 x 25 cm – 2009 </p></div>
<p>Em tempos de aquecimento global, percebo que a arte da colagem pode atuar como importante instrumento de conscientização, muito mais eficiente, por exemplo, do que longos sermões a respeito da devastação do Planeta. A colagem transmite algo fundamental&#8230; Que para revertermos esta situação precisamos, acima de tudo, reciclar, reciclar, reciclar&#8230;</p>
<div id="attachment_1496" class="wp-caption alignnone" style="width: 472px"><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/02/SenhordoLixo-SilvioAlvarez.jpg"><img class="size-large wp-image-1496" title=" Foto: Senhor do Lixo – colagem sobre madeira descartada da produção de caixas acústicas – 33 cm – 2008 " src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/02/SenhordoLixo-SilvioAlvarez-462x450.jpg" alt=" Foto: Senhor do Lixo – colagem sobre madeira descartada da produção de caixas acústicas – 33 cm – 2008 " width="462" height="450" /></a><p class="wp-caption-text"> Foto: Senhor do Lixo – colagem sobre madeira descartada da produção de caixas acústicas – 33 cm – 2008 </p></div>
<p>Nos idos de 1993, presenteei um grande amigo, o dentista David Moura Leite de Freitas, de Itapira – SP, com um quadro de 100 x 80 cm, composto por quadradinhos de 2 x 2 cm, com imagens das mais variadas, recortados um a um de revistas. Ele colocou o trabalho na recepção da sua clínica odontológica. Na ocasião, pude constatar a diversão proporcionada às famílias que ali permaneciam até serem atendidas.</p>
<p>No ano passado desenvolvi um projeto para a Editora Abril, na área de convivência do seu edifício, na Avenida Nações Unidas, em São Paulo. Durante a Semana do Meio Ambiente, permaneci cerca de dez horas por dia no local produzindo um painel de colagem com 250 x 350 cm. A idéia era mostrar o que poderia ser feito com o que não é mais utilizado pela empresa. Os funcionários eram convidados a participar da produção. O painel passou a integrar o acervo do Museu da Sustentabilidade da Praça Victor Civita.</p>
<div id="attachment_1497" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/02/A-Arvore.jpg"><img class="size-large wp-image-1497" title=" Foto: “A Árvore” – colagem sobre MDF – 250 x 350 cm – 2009 " src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/02/A-Arvore-600x450.jpg" alt=" Foto: “A Árvore” – colagem sobre MDF – 250 x 350 cm – 2009 " width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text"> Foto: “A Árvore” – colagem sobre MDF – 250 x 350 cm – 2009 </p></div>
<p>Penso que este tipo de projeto, incluindo a decoração de espaços corporativos, tem um potencial muito grande ainda a ser explorado.</p>
<p>Leio e ouço falar de preservação ambiental, da necessidade de reciclagem há muito tempo, mas apenas passei a atuar mais efetivamente neste sentido ao perceber o quanto as crianças e jovens que participavam dos meus workshops poderiam, a partir de uma experiência lúdica, sair dali e imediatamente propagar o conceito, de forma prática e eficaz.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>O ponto-chave para o meu despertar ecológico foi ter conhecido Dona Nêga, uma senhora de 70 anos, natural aqui da cidade em que hoje resido, Joanópolis – SP. Dona Nêga complementa sua aposentadoria recolhendo papelão, revistas e outros materiais para vendê-los à reciclagem. Tudo o que sobra de minha produção vai para ela. Vê-la, com o vigor de um jovem de 18 anos, conseguir alterar toda uma realidade de vida difícil, a partir da reciclagem, fez-me pensar muito. Se ela, sozinha, pode&#8230; Por que o Mundo não pode?</p>
<p>Precisamos ser atores e não apenas expectadores de todo este processo que coloca em risco a vida do Planeta. Antes de tudo, precisamos assumir nossa responsabilidade.</p>
<div id="attachment_1499" class="wp-caption alignnone" style="width: 607px"><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/02/Amparo1.jpg"><img class="size-large wp-image-1499" title="Foto:Oficina de colagem realizada na Casa de Cultura de Amparo – SP em 2009. " src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/02/Amparo1-597x450.jpg" alt="Foto:Oficina de colagem realizada na Casa de Cultura de Amparo – SP em 2009. " width="597" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">Foto:Oficina de colagem realizada na Casa de Cultura de Amparo – SP em 2009. </p></div>
<p>Prossigo aqui, como uma “formiguinha arteira”, vendendo o meu “peixe” e tentando demonstrar que a arte pode ter uma abrangência muito maior do que a demonstrada entre as quatro paredes de um museu.</p>
<p><em><strong>*</strong>Para entrar em contato com Silvio Alvarez acesse o seu site ou mande um email.</em></p>
<p><a href="http://www.silvioalvarez.com.br/">http://www.silvioalvarez.com.br/</a><br />
Contato: <a href="mailto:silvioalvarez@uol.com.br">silvioalvarez@uol.com.br</a></p>
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		<title>Arquitetura de Campina Grande entre 1930-1950</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 02:27:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emanuel Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Publicações]]></category>
		<category><![CDATA[Teoria e História]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo]]></category>
		<category><![CDATA[campina grande]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem te vê não te conhece mais: arquitetura e cidade de Campina Grande em transformação (1930-1950)
Este trabalho de dissertação do nosso amigo Marcus Vinicius Dantas de Queiroz, já está disponível para download, o trabalho estuda ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_193" class="wp-caption alignnone" style="width: 523px"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2009/07/capa_mvdq.png"><img class="size-full wp-image-193" title="capa_mvdq" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2009/07/capa_mvdq.png" alt="Quem te vê não te conhece mais: arquitetura e cidade de Campina Grande em transformação (1930-1950)" width="513" height="288" /></a><p class="wp-caption-text">Quem te vê não te conhece mais: arquitetura e cidade de Campina Grande em transformação (1930-1950)</p></div>
<p>Este trabalho de dissertação do nosso amigo <strong>Marcus Vinicius Dantas de Queiroz</strong>, já está disponível para <a title="trabalho de dissertação" href="http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/18/18142/tde-01122008-171846/"><strong>download</strong></a>, o trabalho estuda a arquitetura e a cidade de Campina Grande ao longo do período 1930-1950.</p>
<p>Estuda as transformações no urbano e na arquitetura da cidade de Campina Grande, interior do Estado da Paraíba, entre os anos de 1930 e 1950. A partir de levantamento de fontes primárias, investiga como discursos e práticas de circulação nacional e internacional aportaram, repercutiram e foram apropriados no município.</p>
<p>O intuito é compreender como as investidas do poder público e da iniciativa privada, alicerçadas nos debates médicos e técnicos da época, romperam com formas anteriores de produção e uso da cidade e do edifício, instaurando novas estéticas, sensibilidades e rotinas para circular, habitar e gerenciar as necessidades do corpo. Inicialmente, analisa a cidade à luz dos 1930, como se configuraram sua modernidade e suas formas, usos, edifícios e infra-estrutura ao longo do tempo.</p>
<p>Em seguida, estuda como os discursos e as práticas higienistas ordenaram o cotidiano e os espaços da cidade, redefinindo suas apropriações e paisagens. Por fim, examina as ações que adaptaram a arquitetura e a antiga estrutura urbana campinense a novos padrões estéticos e de circulação viária.</p>
<p>Sugestões e Críticas são bem-vindas.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/18/18142/tde-01122008-171846/"><strong>www.teses.usp.br</strong></a></p>
<p style="text-align: right;">Baixar arquivo: <a href="http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/18/18142/tde-01122008-171846/"><img class="alignnone size-full wp-image-196" title="down" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2009/07/down.png" alt="down" width="24" height="24" /></a></p>
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