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	<title>Papo de Arquiteto &#187; Materiais</title>
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		<title>Saiba como calcular a quantidade de blocos e tijolos por m²</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 03:27:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emanuel Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Estruturas]]></category>
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		<description><![CDATA[via: arquitetura conceitual
São várias as dúvidas em como preparar um orçamento, contudo uma das  mais frequentes diz respeito ao quantitativo dos materiais. No Blog Arquitetura Conceitual disponibiliza uma planilha no Excel de forma simples ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>via: <a title="Arquitetura Conceitual" href="http://arquiteturaconceitual.blogspot.com/2010/01/quantos-tijolos-por-m.html">arquitetura conceitual</a><br />
São várias as dúvidas em como preparar um orçamento, contudo uma das  mais frequentes diz respeito ao quantitativo dos materiais. No Blog Arquitetura Conceitual disponibiliza uma planilha no Excel de forma simples para ajudar a  calcular a quantidade de tijolos por m² de parede.</p>
<div id="attachment_2255" class="wp-caption alignnone" style="width: 610px"><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/06/tijolos.jpg"><img class="size-large wp-image-2255" title="tijolos" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/06/tijolos-600x450.jpg" alt="tijolos" width="600" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">Saiba agora como calcular o quantitavo sem transtornos.</p></div>
<p>Tabela no Excel: <a class="downloadlink" href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/plugins/download-monitor/download.php?id=19" title=" downloaded 265 times" >Tabela do quantitativo de tijolos e blocos (265)</a></p>
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		<title>Diferenças entre MDP e MDF</title>
		<link>http://www.papodearquiteto.com/2010/06/diferencas-entre-mdp-e-mdf/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 02:41:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emanuel Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Fichas]]></category>
		<category><![CDATA[Interiores]]></category>
		<category><![CDATA[Materiais]]></category>
		<category><![CDATA[Móveis]]></category>

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		<description><![CDATA[MDF ou MDP &#8211; Saiba a diferença !
Se MDF e MDP são painéis produzidos a partir do pinus ou eucalipto e, se  ambos possuem densidade média e valores tecnológicos similares, qual é o  ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><strong>MDF ou MDP &#8211; Saiba a diferença !</strong></h3>
<p>Se MDF e MDP são painéis produzidos a partir do pinus ou eucalipto e, se  ambos possuem densidade média e valores tecnológicos similares, qual é o  melhor na fabricação de móveis? Segundo os fabricantes de painéis, não existe  painel melhor ou pior, mas diferenças técnicas que determinam, limitando ou  expandido as possibilidades de aplicação, dependendo do uso que cada indústria  quer fazer do produto.</p>
<p>A principal diferença entre o MDP e o MDF é que no painel de  MDP são utilizadas partículas de madeira em camadas, ficando as mais  finas nas superfícies e as mais grossas no miolo. Já no MDF aglutinam-se  fibras de madeira. Porém, ambos são classificados como painéis de  madeira de média densidade.</p>
<h3><strong>As diferenças </strong></h3>
<p>O MDF permite mais criatividade no design do móvel, que pode receber  formas arredondadas e com riqueza de contornos. Isso pode conferir ao móvel  maior valor comercial. Ele recebe mais facilmente a aplicação tanto de pintura  como de PVC. É recomendado para os casos que necessitem de usinagens de superfície ou topo, pois ele proporciona  melhor resultado de acabamento. Usinagens em baixo relevo, entalhes ou cantos arredondados também pedem MDF.</p>
<p>De uso limitado, o MDP é mundialmente mais utilizado na fabricação de  móveis residências e comerciais de linhas retas e formas orgânicas, como  portas, laterais, prateleiras, divisórias, tampos retos ou pós-formados,  laterais e frentes de gavetas retas, enfim, em partes verticais e horizontais do  móvel, sem restrições de uso.</p>
<p>José Marcos Trad, diretor de Marketing da Satipel, explica essa diferença em  termos técnicos. “A principal diferença é que no painel de MDP são utilizadas partículas de madeira em camadas, ficando as mais finas na superfície e  as mais delgadas no miolo. Já no MDF, aglutinam-se fibras de madeira.  Porém, ambos são classificados como Painéis de Madeira de Média Densidade”.</p>
<p>Em termos práticos, segundo Andréa Krause, gerente de Marketing da  Indústria Moveleira da Eucatex “o MDF, por ser fabricado com fibras, necessita de  mais madeira e de mais resina no seu processo, portanto o seu custo é  superior, de 25% a 50% em relação ao MDP”.</p>
<p><strong>MDF e MDP no mesmo móvel </strong></p>
<p>E já que cada um tem melhor aplicabilidade em tipos diferentes de móveis, a  união dos dois pode dar um resultado bem interessante. Em móveis cuja  estrutura principal precisa ser reta, mas pode-se abusar da criatividade no  acabamento externo, como armário, por exemplo, a união dos dois é perfeitamente  aceitável. Dessa forma a limitação do MDP pode ser compensada com as possibilidades criativas do MDF. E essa junção ainda reduz os custos do produto final.  Para o William Chiea, supervisor Comercial da Montana Química, “esta  diversidade de painéis pode ser utilizada pelo fabricante de móveis de forma  estratégica, como uma nova fonte de recursos para fabricação do móvel, tornando-se  menos dependente de um único fornecedor, de um único produto ou até mesmo de demanda para exportação”.</p>
<p>Essa união pode ser lucrativa para a indústria de móveis. Vejamos, as partes maiores dos móveis são estruturados em linha reta. Isso significa que as  fábricas podem utilizar mais o MDP, que é um produto mais econômico. A combinação disso com o MDF e compensado faz com que o fabricante tenha um móvel com  preço mais competitivo e, o mais importante, com garantia de qualidade. “Nós recomendamos ao fabricante aliar o design às características técnicas  dos painéis disponíveis para a fabricação do móvel, buscando sempre a melhor relação custo-benefício para garantir a competitividade do produto  final”, diz Trad.</p>
<p>Andréa Krause reforça essa teoria dizendo que “a opção de trabalhar com uma ou outra matéria-prima está mais associada ao design do produto que se  pretende obter e a estratégia de Marketing. Hoje, observam-se espaço para ambos  os produtos no mercado, porém a melhor relação custo-benefício fica por  conta do MDP, que é mais barato”.</p>
<p><strong>Com a palavra, os fabricantes de móveis </strong></p>
<p>Uma coisa é ter a opção de uso, outra é usar efetivamente os painéis.  <strong>Cláudio Gumieiro</strong>, proprietário da Prospectus Móveis conheceu a proposta dos fabricantes de painéis de que o MDP seria um intermediário entre MDF e o Aglomerado, tanto na densidade e na absorção de umidade, como no preço.</p>
<p>A Prospectus trabalha com dois segmentos: residencial de alto padrão e corporativo. Ele esclarece que, devido à rigorosa exigência do mercado residencial, trabalham preferencialmente com MDF cru ou MDF BP, pois nem  sempre o preço é fator preponderante para a realização dos negócios. Já no corporativo, onde o fator preço é determinante, trabalham um misto de  madeira, compensado e MDF cru ou MDF BP. Cláudio admite “não fizemos ainda nenhum teste com o painel MDP, mas acreditamos que, pelas características apresentadas, poderá ser muito bem aceito no mercado corporativo”.</p>
<p>Luciano, da Marcenaria Nossa Senhora da Paz, também conhece apenas de ouvir falar  das propriedades do MDP. Ele tem a informação de o painel de MDP empena  menos e recebe bem as aplicações de pintura. “Mas não usamos”, declara. Na Nossa Senhora da Paz se utiliza o MDF revestido, que segundo ele, é mais  prático e torna a produção mais rápida.</p>
<p><strong>E para o consumidor? </strong></p>
<p>É consenso entre os fabricantes de painéis que consumidor, independente da  classe social, procura uma solução funcional e de design quando está buscando  um novo móvel. Ele não está procurando uma matéria prima específica, mas  sim um móvel que atenda às suas necessidades com qualidade e ao menor preço  possível. Por isso, a combinação de vários materiais na produção de móveis tais  como vidro, alumínio, madeira maciça ou painéis de madeira industrializada, precisam resultar num produto que acrescente em qualidade e  funcionalidade. Sempre haverá uma diferença de preços que pode ser absorvida ou não pelo consumidor. Ao falarmos de valores nos tópicos acima, a referencia feita  pelos entrevistados é para os fabricantes dos móveis, pois, para o consumidor  final, a leitura é outra. A estratégia de preço está associada ao mercado de  atuação e posicionamento da marca. Existem no mercado marcas consagradas de  móveis que optaram pelo uso do MDF e outras pelo uso do MDP, porém não quer dizer  que uma seja mais cara que a outra, elas praticam preços similares, afinal, quem  define o preço final do produto é o mercado.</p>
<p>O moveleiro não deve vender ao consumidor a idéia de que um produto é  superior ao outro só pela aparência. Lojistas e representantes comerciais  precisam ser bem treinados para falar tecnicamente dos atributos do produto.</p>
<h3><span style="font-size: medium;">[+ Informações]</span></h3>
<p>O MDP e o MDF são produzidos através de idênticos processos de  fabricação e tecnologia, exceto quanto à produção de partículas no MDP e  fibras no MDF. Adicionalmente, os dois processos utilizam as mesmas  espécies de madeira, totalmente originárias de florestas plantadas.</p>
<p>Uma outra diferença refere-se à aplicação final dos produtos.</p>
<p>O MDP e o MDF, por utilizarem madeira proveniente de áreas de  reflorestamentos, manejadas de forma ambientalmente correta,  economicamente viável e socialmente justa, são sim produtos altamente  ecológicos. No entanto, se considerarmos que o consumo de madeira para a  fabricação do MDP é menor que na fabricação do MDF, podemos dizer que,  entre os dois, o MDP é mais ecológico.</p>
<h3>MDF</h3>
<p>MDF é uma sigla em inglês que significa &#8220;Medium Density Fiberboard&#8221; que,  traduzindo para o português, quer dizer &#8220;chapa de fibra de madeira de  média densidade&#8221;. O MDF se diferencia do outro painel também feito com  fibra de madeira &#8211; a &#8220;chapa de fibra&#8221;.</p>
<p>As diferenças entre MDF e chapa de fibra estão no processo produtivo, no  tipo de resina e no fato de o MDF ter as faces com maior densidade que a  camada interna.</p>
<h3 style="padding-left: 30px;">Características:</h3>
<p>O MDF é praticamente equivalente à madeira nas possibilidades de  trabalhar a matéria-prima. Os painéis são superfícies grandes  perfeitamente homogêneas e sem orientação das fibras, o que permite  cortes em qualquer sentido e apresentação de superfície lisa e uniforme  ao toque.</p>
<h3 style="padding-left: 30px;">Vantagens:</h3>
<p>- Comporta aplicação de todos os tipos de revestimentos, desde  pintura/impressão até papéis impressos<br />
ou unicolores e lâminas de madeira.<br />
- É praticamente equivalente à madeira em termos de trabalhabilidade.<br />
- O fato de ser um painel de fibras não-orientadas permite que seja  cortado em qualquer sentido.<br />
- Suas fibras possibilitam trabalhos de usinagem muito precisos, furação  e uma ampla gama de acabamentos.<br />
- Apresenta grande resistência e não sofre com a variação de  temperatura.<br />
- Resistente à abrasão.<br />
- Ecologicamente correto: produzido com madeira reflorestada.</p>
<h3 style="padding-left: 30px;">Desvantagens:</h3>
<p>Assim como os demais painéis de madeira e como a própria madeira, é  vulnerável a ambientes úmidos.<br />
Em tais condições, superfície e topo devem ser recobertos ou protegidos.</p>
<h3 style="padding-left: 30px;">MDP</h3>
<p>O MDP é um painel de madeira industrializada, assim como o Compensado, o  MDF e o OSB.</p>
<p>O MDP é resultado do uso intensivo de tecnologia de prensas contínuas,  de modernos classificadores de partículas e complexos softwares de  controle de processo, associado à utilização de resinas de última  geração e madeira de florestas plantadas.<br />
Por isso, o MDP pertence a uma nova geração de Painéis de Partículas de  média Densidade com características superiores e totalmente distintas  dos painéis de madeira aglomerada de antigamente.</p>
<p>MDP é a abreviação de ou Painel de Partículas de Média Densidade.</p>
<p>O MDP é especialmente indicado para a produção de móveis residenciais e  comerciais de linhas retas, formas ogânicas, que não exijam usinagens em  baixo relevo, entalhes ou cantos arredondados.</p>
<h3 style="padding-left: 30px;">Principais aplicações:</h3>
<p>. Portas retas<br />
. Laterais de móveis<br />
. Prateleiras<br />
. Divisórias<br />
. Tampos retos<br />
. Tampos pós-formados<br />
. Base superior e inferior<br />
. Frentes e laterais de gaveta</p>
<h3 style="padding-left: 30px;">Características:</h3>
<p>. Alta densidade das camadas superficiais, assegurando um acabamento  superior nos processos de impressão, pintura e revestimentos.<br />
. Produção com o conceito de 3 camadas: colchão de partículas no miolo e  camadas finas nas superfícies.<br />
. Homogeneidade e grande uniformidade das partículas das camadas  externas e internas.<br />
. Propriedades mecânicas superiores: melhor resistência ao arrancamento  de parafuso, menor absorção de umidade e empenamento.<br />
. Utilização de resinas especiais de última geração.<br />
. Utilização de madeiras selecionadas provenientes de florestas  plantadas, econômica e ecologicamente sustentáveis.</p>
<h3 style="padding-left: 30px;">Vantagens:</h3>
<p>Para se ter competitividade num produto, um móvel precisa aliar seu  estilo e desenho às características técnicas dos painéis disponíveis. O  MDP, painel de madeira mais utilizado no mundo, proporciona tudo isso na  fabricação de móveis residenciais e comerciais.</p>
<p>Sozinho ou junto de outros tipos de painéis, um móvel que utiliza MDP em  sua estrutura, será sempre mais econômico e competitivo, perto de  móveis feitos com outras matérias-primas similares como o MDF, e ainda  oferecerá melhor garantia e qualidade.</p>
<h3 style="padding-left: 30px;">Desvantagens:</h3>
<p>Assim como os demais painéis de madeira e como a própria madeira, é  vulnerável a ambientes úmidos.<br />
Em tais condições, superfície e topo devem ser recobertos ou protegidos.</p>
<p>Fonte: <a title="Abipa.Org" href="http://www.abipa.org.br/MdpOuMdf.htm">Abipa</a> / <a title="Schneider" href="http://www.schneidercozinhas.com.br/curiosidade/3/mdf-ou-mdp---saiba-a-diferenca-!.htm">Schneider</a></p>
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		<title>Empresa japonesa produz vaso sanitário de ouro</title>
		<link>http://www.papodearquiteto.com/2010/06/empresa-japonesa-produz-vaso-sanitario-de-ouro/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 04:52:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>felipe</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Equipamento folheado a ouro que mata qualquer bactéria, toca música digital e custa mais de R$ 75 mil está em exibição na World Expo 2010
O vaso sanitário folheado a ouro, atração da World Expo 2010: ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Equipamento folheado a ouro que mata qualquer bactéria, toca música digital e custa mais de R$ 75 mil está em exibição na World Expo 2010</h2>
<div id="attachment_2193" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-medium wp-image-2193" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/06/04172638700-500x230.jpg" alt="O vaso sanitário folheado a ouro, atração da World Expo 2010: equipamento mata bactéria e também toca jazz" width="500" height="230" /><p class="wp-caption-text">O vaso sanitário folheado a ouro, atração da World Expo 2010: equipamento mata bactéria e também toca jazz</p></div>
<p>Na World Expo 2010 em Xangai, o Brasil faz presença com sua diversidade cultural, futebol e samba. No pavilhão do Japão, não é de se estranhar que a tecnologia seja um dos destaques. Mas que o governo tenha escolhido um vaso sanitário de ouro para representar seus avanços científicos, isso é surpresa.</p>
<p>Produzido pela Inax Corp., o vaso sanitário folheado a ouro, batizado de “Regio toilet”, é uma peça única que traz todos os recursos tecnológicos de jato de ar quente e esterilização – isso mesmo, o processo de limpeza criado especialmente pela Sharp utiiliza partículas ionizadas para matar as bactérias.</p>
<p>Enquanto o usuário atende, digamos, o chamado da natureza, o equipamento toca música digital, mais precisamente jazz do pianista Yoshiko Kishino, que compôs faixas originais para servir de fundo musical. O som é distribuído pelo banheiro por alto-falantes instalados na privada. Sem contar, claro, que o vaso tem assento aquecido e descarga automática.</p>
<p>Tudo isso, porém, vem com um preço, no caso de US$ 20 mil a US$ 40 mil, o equivalente a R$ 37,7 mil a R$ 75,3 mil.</p>
<p>Via <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/1,,EMI145973-16353,00.html">ÉPOCA</a></p>
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		<item>
		<title>Características das principais madeiras no Brasil</title>
		<link>http://www.papodearquiteto.com/2010/02/caracteristicas-das-principais-madeiras-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2010 02:13:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emanuel Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Materiais]]></category>
		<category><![CDATA[Websites]]></category>
		<category><![CDATA[madeiras]]></category>

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		<description><![CDATA[
Tabela com as principais características das madeiras no Brasil, tais como: tipo, tonalidade, veios e desenhos, aroma, resistência mecânica, durabilidade e oferta.

Para fazer o download, clique no link  abaixo.

[Tabela] Características das principais madeiras do ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/02/caracteristicas-das-principais-madeiras-no-brasil.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1465" title="caracteristicas das principais madeiras no brasil" src="http://www.papodearquiteto.com/wp-content/uploads/2010/02/caracteristicas-das-principais-madeiras-no-brasil-500x291.jpg" alt="caracteristicas das principais madeiras no brasil" width="500" height="291" /></a></p>
<p>Tabela com as principais características das madeiras no Brasil, tais como: tipo, tonalidade, veios e desenhos, aroma, resistência mecânica, durabilidade e oferta.</p>
<div style="border: 1px solid #FFCC99; background-color: #ffffcc; margin-bottom: 10px; padding: 8px;">
<p><strong>Para fazer o download, clique no link  abaixo.</strong></p>
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<p>via: <a title="Guia do Marceneiro" href="http://www.guiadomarceneiro.com/" target="_blank">Guia do Marceneiro</a></p>
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		<title>Lar doce Lar usando o sistema light steel framing</title>
		<link>http://www.papodearquiteto.com/2009/07/lar-doce-lar-usando-o-sistema-light-steel-framing/</link>
		<comments>http://www.papodearquiteto.com/2009/07/lar-doce-lar-usando-o-sistema-light-steel-framing/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 12 Jul 2009 02:54:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emanuel Souto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arquitetos]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Estruturas]]></category>
		<category><![CDATA[Habitação Unifamiliar]]></category>
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		<category><![CDATA[Obras Destacadas]]></category>
		<category><![CDATA[formed steel]]></category>
		<category><![CDATA[lar doce lar]]></category>
		<category><![CDATA[light steel]]></category>
		<category><![CDATA[steel frame housing]]></category>

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Assista nesse instante, o video deste sábado, em 11/07, a partir das 14h15, no Caldeirão do Huck, a primeira obra do Lar Doce Lar 100% em Steel Framing.
Steel Framing é um Sistema Construtivo, que tem ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><strong>Assista nesse instante, o video deste sábado, em 11/07, a partir das 14h15, no Caldeirão do Huck, a primeira obra do Lar Doce Lar 100% em Steel Framing.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Steel Framing</strong> é um Sistema Construtivo, que tem como principal característica uma estrutura constituída por perfis formados a frio de aço revestido, utilizados para a composição de painéis estruturais e não-estruturais, vigas, tesouras de telhados e demais componentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais informações: <a href="http://www.cbca-ibs.org.br/nsite/site/steel_framing.asp" target="_blank">www.cbca-ibs.org.br/nsite/site/steel_framing.asp</a></p>
<p>Veja o vídeo&#8230;</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="392" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="quality" value="high" /><param name="FlashVars" value="midiaId=1078852&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" /><param name="src" value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" /><param name="flashvars" value="midiaId=1078852&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="392" src="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" flashvars="midiaId=1078852&amp;autoStart=false&amp;width=480&amp;height=392" quality="high"></embed></object></p>
<p align="justify">Existem dois conceitos básicos relativos ao Sistema Light Steel Framing (LSF): <strong><em>Frame</em></strong> é o esqueleto estrutural projetado para dar forma e suportar a edificação, sendo composto por elementos leves – os perfis formados a frio (PFF) e <strong><em>Framing</em></strong> é o processo pelo qual se unem e vinculam esses elementos. Assim, podemos encontrar na bibliografia internacional Light Steel Frame Housing na Europa e <strong><em>Residential Cold-Formed Steel Framing</em></strong> nos Estados Unidos, referindo às residências construídas com painéis estruturados com perfis de aços revestidos formados a frio.</p>
<p align="justify">Um aspecto particular do LSF que o diferencia de outros sistemas construtivos tradicionais é sua composição por elementos ou subsistemas (estruturais, de isolamento, de acabamentos exteriores e interiores, de instalações, etc.) funcionando em conjunto. Seu emprego apresenta uma série de vantagens, tanto em relação à construção convencional quanto em relação à construção com madeira, tais como: redução no prazo de execução da obra; material estrutural em aço mais leve e com maior resistência à corrosão; durabilidade; maior precisão na montagem de paredes e pisos; desperdício e perda de material reduzidos; custo reduzido; material 100% reciclável e incombustível; qualidade do aço garantida pelas siderúrgicas nacionais.</p>
<p align="justify">O LSF tem uma concepção racional para fabricação e montagem industrializada, onde os PFF do tipo U enrijecido são utilizados como montantes (eqüidistantes de 400mm ou 600mm) para a composição dos painéis verticais (paredes estruturais ou não), vigas de entrepiso e estruturas dos telhados.</p>
<p align="justify">As vedações e o acabamento utilizam um método que combina uma alta capacidade isolante termo-acústico, com uma aparência atraente, com o emprego de variadas soluções construtivas, entre elas: sistema em gesso acartonado (<em>“Dry Wall”</em>) para paredes internas; placa cimentícias  ou chapa de OSB (Oriented Strand Board), com barreira hidrófuga, do tipo <em>“Tyvek”</em>, e tela de poliester aplicadas sobre a mesma para paredes externas. Para o revestimento externo pode ser aplicada a argamassa projetada ou utilizardo o <em>“siding”</em> vinílico, por exemplo. A estrutura de aço fica então encapsulada e protegida dentro das paredes e entrepisos.</p>
<p align="justify">Para o LSF, os PFF devem ser fabricados a partir de bobinas de aço com limite de escoamento, fy, não inferior a 230 MPa e revestidas com zinco ou liga alumínio-zinco pelo processo contínuo de imersão a quente ou por eletrodeposição, com massas mínimas de revestimento de acordo com a tabela 1.</p>
<p align="justify">Tabela 1 &#8211; Revestimento mínimo das bobinas de aço.</p>
<div>
<table style="width: 100%;" border="0" cellspacing="1" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="2">
<p align="center"><strong>Tipo de   revestimento</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>Perfis  estruturais</strong></p>
</td>
<td></td>
<td colspan="2">
<p align="center"><strong>Perfis  não estruturais</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center"><strong>Massa mínima</strong><br />
<strong>do revestimento (*)</strong> <strong>(g/m²)</strong></td>
<td>
<p align="center"><strong>Designação  do revestimento conforme normas</strong></p>
</td>
<td>
<p align="center"><strong>Massa mínima</strong><br />
<strong>do revestimento (*)</strong> <strong>(g/m²)</strong></td>
<td>
<p align="center"><strong>Designação do revestimento conforme normas</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center">Zincado por imersão a quente</p>
</td>
<td>
<p align="center">180</p>
</td>
<td>
<p align="center">Z180           (NBR  7008:2003)</p>
</td>
<td>
<p align="center">100</p>
</td>
<td>
<p align="center">Z 100           (NBR  7008:2003)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center">Zincado por eletrodeposição</p>
</td>
<td>
<p align="center">180</p>
</td>
<td>
<p align="center">90/90 (NBR14964:2003)</p>
</td>
<td>
<p align="center">100</p>
</td>
<td>
<p align="center">50/50           (NBR14964:2003)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="center">Alumínio-zinco por imersão a quente</p>
</td>
<td>
<p align="center">150</p>
</td>
<td>
<p align="center">AZ150           (NM 86:1996)</p>
</td>
<td>
<p align="center">100</p>
</td>
<td>
<p align="center">AZ100           (NM  86:1996)</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div>(*) A massa mínima refere-se ao total nas duas faces &#8211; média do ensaio triplo.</div>
<p>As bobinas que constituem a matéria-prima para a fabricação dos perfis devem ter a espessura nominal mínima de 0,80 mm, exceto para elementos sem função estrutural e terças. Para espessura nominal máxima é estabelecido o valor de 3,0 mm</p>
<p align="justify">
</p>
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